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Prévia da rodada – Série B

Às moscas

  • 25/06/2009 21:02
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| Foto:

Rodada

8ª RODADA

Terça-feira

América-RN 1 x 2 Ponte Preta

Ipatinga 0 x 1 Fortaleza

Hoje

21h Guarani x São Caetano

21h Juventude x Vila Nova

Amanhã

16h10 Bragantino x Portuguesa

16h10 D.de Caxias x Bahia

16h10 Figueirense x Vasco

21h Atlético-GO x ABC

21h Ceará x Campinense

21h Paraná x Brasiliense

Destaques

Goleador

Autor do gol da vitória do Fortaleza sobre o Ipatinga, Marcelo Nicácio está na luta pela condição de artilheiro da temporada. Já balançou a rede 21 vezes em 24 jogos (0,9 por partida), três a menos que Diego Tardelli, do Atlético-MG, artilheiro da temporada.

3 reforços

Vice-lanterna da Série B, o São Caetano (bi vice-campeão nacional e vice da América no início da década) reforça o time para não voltar à Série C após dez anos. Nesta semana, contratou o zagueiro Douglas (ex-Flamengo), o lateral-direito Jackson (ex-Mogi) e o atacante Washington (ex-Vitória).

57,1%

É o aproveitamento do Vasco após sete rodadas. Fora do G-4, o time carioca repete o início do Atlético-MG em 2005. Com o mesmo número de jogos, os mineiros tinham performance idêntica (três vitórias, três empates e uma derrota). Depois, arrancaram para um acesso tranquilo.

Se tem mostrado força dentro de campo (é o sétimo colocado, com 11 pontos, e já empatou com o Vasco em São Januário), o Duque de Caxias é um fracasso na arquibancada. Seus públicos: 201 pagantes contra o Juventude, 172 contra o Vila Nova e 80 diante do América-RN. Média: 151.

Deserto

O Duque não é o único abandonado pela torcida. Em quarto lugar, o Atlético-GO também sofre com baixa média de público, 2.575 pagantes, a quinta menor da Série B. A impressão de vazio fica ainda maior no Serra Dourada. "Os torcedores desaparecem na arquibancada", lamentou o goleiro Márcio.

Repeteco

Aos poucos, o Figueirense tenta recriar a atmosfera do acesso à Série A, conquistado em 2001. Depois do meia Fernandes, o Figueira está trazendo outro jogador daquela campanha, o volante Jeovânio.

Talismã

Autor do gol da vitória no dérbi do fim de semana, o atacante Caíque (de passagem relâmpago pelo Atlético) é o talismã do Guarani. Esteve em campo nas seis vitórias do líder da Segundona. Quando não atuou, o time empatou com o Vasco.

* * * * * *

Bate-bola

A cara do Jacaré

Iranildo, meia do Brasiliense

Iranildo (foto) virou a cara do Brasiliense. Há seis temporadas na Boca do Jacaré, o meia é o ícone do time do senador cassado Luís Estevão. Importância refletida no elenco, do qual é líder, e que às vezes causa problemas. No início da Série B, ele abandonou um treino porque o técnico Roberval Davino queria colocá-lo no time reserva. Solucionou o problema a tal ponto que hoje aponta o treinador como grande responsável da chegada precoce à vice-liderança do Brasiliense, adversário do Paraná amanhã, na Vila.

Como você explica esse bom início do Brasiliense?É um grupo de qualidade, bastante unido para subir o Brasiliense. O momento é bom, precisamos aproveitar, mas sempre pensando jogo a jogo. Ainda é cedo para falar em acesso.

Foi por falta de união que o time não subiu nos últimos anos?

Em 2007 e 2008 o ambiente aqui foi péssimo. Havia muita vaidade, problemas de relacionamento. Mas prefiro passar uma borracha nisso. Hoje temos um grande treinador, o Roberval Davino, que fala a língua do jogador. Estou há seis anos no Brasiliense e nunca tivemos um treinador tão bom.

O seu relacionamento com ele é bom?

Superbom. Tivemos um probleminha no começo, mas é normal. Todo o jogador quer jogar, ser titular. Mas nós conversamos e resolvemos a situação.

O que o presidente Luís Estevão representa para você?

Estou há 15 anos no futebol e, junto com o Kleber Leite, é o melhor dirigente com quem trabalhei. É um dirigente que cumpre o que fala para você, deixa o jogador muito à vontade, dá condições de trabalho.

Mas o Agenor, que esteve aí e depois veio para o Paraná, saiu brigado, reclamando dele.

A maioria dos jogadores gosta dele, mas sempre tem uma exceção. O Agenor deve muito ao Brasiliense, foi onde ele apareceu para o futebol. Às vezes de cabeça quente você acaba falando besteira.

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