Quando não é por causa de lesões ou cartões amarelos, é por opção tática, mesmo. O fato é que o Paraná vem sofrendo para encontrar o ataque ideal e isso se reflete nas mudanças sucessivas que o técnico Ricardinho tem feito no setor. Nos últimos seis jogos, o treinador testou cinco formações diferentes, mas nenhuma delas rendeu o esperado.

Da 15.ª (contra o ABC-RN) à 20.ª rodada (Guarani), passaram pelo time: Arthur – o único titular "absoluto" –, Marquinhos, Wellington Silva, Wendel, Luisinho, Geraldo e Nilson. Nesse período foram três derrotas, dois empates, uma vitória e seis gols marcados, média de um tento por partida. No entanto, se a goleada sobre o CRB-AL (4 a 0) for colocada à parte, são apenas dois gols em cinco jogos (média de 0,4 por partida).

"É [uma média] baixa, realmente falta essa conclusão", reconhece o gerente de futebol do clube, Alex Brasil. Ciente da carência de um centroavante de ofício, o dirigente diz que tentou alguns atacantes, mas as limitações financeiras emperraram as contratações.

Recentemente, surgiu na Vila Capanema o nome do ex-atleticano Dênis Marques, 31 anos, atualmente no Santa Cruz. Alex Brasil confirma que o jogador foi oferecido ao Paraná por intermédio de empresários e até houve interesse por parte do clube, mas nega que tenha havido qualquer tipo de negociação. "Esperamos até o final da janela de inscrições [meados de setembro] conseguir alguém que nos ajude no campeonato", complementa.

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