Principais queixas do novo Maracanã foram com banheiros sem estrutura e lanchonetes caras e sem variedade| Foto: Sergio Moraes / Reuters

O Maracanã, embora bonito internamente, precisa ter a infraestrutura melhorada para funcionar como estádio de excelência já na Copa das Confederações. O jogo entre Brasil e Inglaterra, neste domingo (2), mostrou ao torcedor que ainda falta muito a ser feito para que haja mais conforto, dentro e fora.

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O ponto alto do esquema logístico foi a qualidade dos transportes públicos. O metrô e os trens urbanos circularam bem, o que deu à torcida condições de chegar e sair sem maiores contratempos. Também o sistema de segurança funcionou, apesar de cambistas e ambulantes circularem pela área rotulada como restrita. A ação deles foi reprimida e houve a prisão de pelo menos dois cambistas. A falta de torcedores rivais ajudou na paz.

Dentro do estádio, pelo menos dois aspectos negativos foram registrados. O primeiro deles, a precariedade dos banheiros. Além de pequenos, logo ficaram sem material de higiene, como papéis toalha e higiênico e sabonetes. Em alguns, faltou água.

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Os bares também desagradaram muito ao torcedor. Havia pouca variedade de comidas e bebidas. O que havia, custava caro. Um pacote de amendoim, por exemplo, valia R$ 7. Um cachorro-quente, R$ 8. Um refrigerante, R$ 7.

Do lado de fora, não faltou o jeitinho brasileiro. Para evitar as filas nos portões quando o horário do jogo começar se aproximava, foi dada a ordem de dispensar a passagem pelos detectores de metais.

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