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Brasileiro

Coxa e Atlético evitam levar centenário a campo

No primeiro clássico com 100 anos, Coritiba não se vê pressionado a vencer rival. Furacão evita colocar festa do adversário como motivação extra

  • PorMarcio Reinecken e Robson De Lazzari
  • 19/10/2009 21:04

Atleticanas

Naming rights

A indefinição do tempo que a Arena ficará fechada no ano que vem (obras da Copa de 2014) segue atrapa­­lhan­­do o acerto do patrocinador do está­­dio. Ontem, o coordenador de mar­­keting Roberto Karam esteve em São Paulo fazendo apresentações para empresas interessadas.

Renovação 1

Com Roberto Almeida, empresário do meia-atacante Wesley, a conversa para a permanência do jogador está adiantada. O acerto definitivo depende do aval do Santos.

Renovação 2

Ocimar Bolicenho já trata da sua permanência para 2010. O diri­­gen­­­te descartou a hipótese de tra­­­­balhar no Paraná, independen­­te­­mente do resultado das eleições no Tricolor.

Coritiba

Se sair, Paraíba assume débito

Se quiser sair do Coritiba em janeiro, Marcelinho Paraíba terá de devolver boa parte do que recebeu para re­­novar o contrato com o Alviverde até junho de 2010. A reportagem da Gazeta do Povo apurou que o jogador teria de pagar cerca de R$ 500 mil ao clube para se transferir.

Há no Alto da Glória quem comece a pensar em não criar empecilhos para a saída do jogador para a próxima temporada. Afinal, se ficar, Marcelinho iria atuar apenas no Paranaense, um mês do Brasileirão e em parte da Copa do Brasil. Pela realização da Copa do Mundo, o torneio acabará após o fim do vínculo do jogador com o Coxa.

Polícia e torcidas discutem normas de segurança

Representantes da Polícia Mi­­­litar e de torcidas organizadas vão se reunir amanhã para ajustar o plano de segurança para o Atletiba, no Couto Pereira. Ape­­sar dos incidentes com bomba no último clássico na Arena (que custou a perda de mando de campo de um jogo para cada clube), o tema principal do encontro será como evitar o confronto entre as torcidas em terminais de ônibus e localidades afastadas do estádio. Cerca 400 policiais militares de­­vem ser convocados para a operação especial do jogo.

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O centenário alviverde não deve influenciar no Atletiba de domingo. Nem como pressão para os jogadores do Coritiba – que, se não conquistaram ne­­­nhum título, ao menos ainda não perderam para o rival no ano comemorativo. Nem como motivação para o Atlético – que, depois de vencer o Estadual, poderá empurrar o adversário para mais próximo da zona de rebaixamento no Brasileiro.

Para evitar que qualquer declaração um pouco atravessada possa servir como inspiração para o outro lado, os dirigentes da dupla preferem, ao menos no discurso, adotar a cautela. Nin­­guém quer tratar o clássico com importância maior do que a disputa por pontos na tabela do Nacional.

Nela, o Atlético precisa vencer no Couto Pereira para praticamente se livrar do risco de descenso e pensar em metas mais ambiciosas – há gente na Bai­­xada que contraria as estatísticas para falar em Libertadores. No lado do Coritiba, depois de duas derrotas seguidas, só o tri­­­­­unfo recolocará a equipe nos trilhos. Um novo insucesso lançará um time fragilizado direto para a toca do Leão – na rodada seguinte o adversário será o Sport, na Ilha do Retiro.

"O clássico após o Centenário não muda nada para nós. É mais um jogo que vale três pontos. E, se vencermos, abrimos novas perspectivas. Se estamos a dez pontos do rebaixamento, também estamos a dez da Liber­­tadores", comenta o diretor de futebol rubro-negro Oci­­mar Bo­­li­­­­cenho.

"Para o ano do centenário o Atletiba não muda nada. Mas pa­­ra o time do Coritiba sim. Es­­ta­­mos jogando bem, mas falta fazer os gols, temos de mudar isso", afirma o diretor de futebol do Alviverde, João Carlos Vialle.

Se oficialmente ninguém quer falar algo que possa provocar o rival, para o torcedor a história é diferente. Afinal, não há coxa-branca que não deseje uma recuperação na temporada festiva com uma vitória sobre o Fura­­cão. Nem atleticano que não quei­­ra afundar ainda mais o Al­­vi­­verde no segundo jogo após o clube do Alto da Glória chegar a 100 anos.

"Isso é coisa para torcedor", afirma o presidente atleticano Marcos Malucelli. "A história que eu falava de carimbar o centenário era para o Paranaense. Como vencemos, isto já está morto", emenda o dirigente.

"São poucas as alegrias que superam uma vitória sobre o rival. E a alegria do torcedor é nossa alegria também", diz o vice-presidente do Coritiba, Marcos Hauer. "Vencer o clássico ajudaria a melhorar o nosso moral neste ano tão importante. Mas não podemos nos iludir achando que só isso resolverá tudo."

Morna por enquanto, a temperatura do Atletiba deve subir a partir de hoje com as primeiras entrevistas de técnicos e jogadores. Afinal, Antônio Lopes e Ney Franco já estiveram na equipe oposta à que estão hoje e sabem a importância do confronto. Aos 34 anos, Marcelinho Paraíba e Paulo Baier, principais nomes do momento nos rivais, também reconhecem como podem ser decisivos no duelo. Ingredientes extras no principal jogo do futebol paranaense.

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