
O Atlético chegou às 23h30 de terça-feira (já 1h30 de quarta-feira no horário de Brasília) a Lima, capital do Peru, para o jogo de quinta-feira contra o Universitário, pelo grupo 1 da Libertadores. A viagem atleticana foi uma maratona de mais de 12 horas, já que os jogadores saíram do CT do Caju às 13h15 de terça-feira.
O motivo de tanta demora foi o atraso de cerca de uma hora para a saída do voo de Curitiba e mais três horas esperando a conexão em São Paulo. Na chegada a Lima, os jogadores aparentavam cansaço, mas se mostravam confiantes em um bom resultado no Peru. O Furacão é o terceiro colocado da chave, com três pontos, atrás do The Strongest e do Veléz Sarsfield, ambos com 6 pontos, mas com o time boliviano com um gol a mais no saldo em relação ao argentino. O lanterna é o próprio Universitario, que ainda não pontuou.
Proibidos pelo clube de dar entrevistas com pena de multa, todos os jogadores se recusaram a falar da expectativa em relação ao jogo de quinta-feira na chegada ao aeroporto internacional de Lima. A frase mais falada era "não posso". O zagueiro Manoel, por exemplo, questionado se está recuperado de uma lesão e começará jogando, simplesmente respondeu "não sei".
Nesta quarta-feira, a equipe fica concentrada em um hotel em Lima, de onde sai apenas no início da noite para fazer o reconhecimento do gramado do Estádio Monumental. Como já tinha sido adiantado pelo clube, os atacantes Adriano e Marcelo não viajaram e desfalcam o grupo por causa de lesões. O Imperador sente dores nas costas. Já Marcelo voltou a treinar semana passada após se recuperar de lesão no tornozelo, mas sentiu uma dor muscular na coxa.
Chegada do Atlético a Lima








