| Foto: LUIS ACOSTA/AFP

Dos 22 jogadores da Chapecoense que estavam a bordo do avião que caiu próximo a Medelín, três sobreviveram: o lateral-esquerdo Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o goleiro Jackson Follmann. Outras duas pessoas sobreviveram ao acidente.

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O goleiro Danilo, que havia sido resgatado com vida dos destroços, foi confirmado posteriormente como uma das vítimas fatais da tragédia.

Alan Ruschel

 
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De acordo com a rádio Caracol, da Colômbia, Alan Ruschel teve uma fratura na coluna e lesões múltiplas, além de um corte superficial na cabeça. Ele ainda passa por cirurgia e o quadro de saúde dele é estável. Segundo o médico socorrista do Hosital San Juan, corre o risco de ficar paraplégico.

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Ruschel começou a carreira nas categorias de base do Juventude, mas não teve muitas oportunidades na equipe. De lá foi emprestado para o Pelotas e para a Luverdense. Em 2012 retornou ao Juventude, sendo um dos destaques da equipe.

Em 2013, o jogador foi contratado pela Chapecoense, mas jogou pouco e se transferiu para o Interancional em 2014. Em 2015 foi emprestado para o Atlético, mas na segunda partida pelo clube teve uma lesão e retornou ao Inter. De lá foi novamente para a Chapecoense.

Jackson Follmann

O diretor médico do Hospital San Vicente Fundação Rionegro, Ferney Rodríguez, disse à rádio Caracol que o goleiro teve múltiplas lesões e médicos estão avaliando a situação dele. Teve a perna amputada.

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Goleiro reserva da Chape, Follmann é cria da base do Grêmio. Antes de chegar ao time catarinense, passou pelo Juventude e Linense-SP. Neste ano, ele estava no URT-MG, onde foi campeão do interior do Campeonato Mineiro. Em maio foi contratado pela Chapecoense.

Neto

 

Segundo o diretor do Hospital San Juan Dios, o zagueiro tem fraturas no crânio e está em estado crítico. Ele foi o último sobrevivente a ser resgatado após o acidente na Colômbia.

 

Ele iniciou a carreira no Vasco e a partir de 2006 passou pelo futebol paranaense. Primeiro defendeu o Paraná e depois se transferiu para o Francisco Beltrão e para o Cianorte.

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Em 2009 foi para o Guarani e acabou emprestado para o Metropolitano-SC. Em 2013 foi contratado pelo Santos, onde jogou 40 partidas. Está na Chapecoense desde 2015.