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Paranaense

Interino, Pachequinho usa bom humor para cobrar definição da diretoria do Coritiba

Pachequinho espera que a diretoria decida seu futuro como comandante do Coritiba até o início do Brasileiro. | Hugo Harada/Gazeta do Povo
Pachequinho espera que a diretoria decida seu futuro como comandante do Coritiba até o início do Brasileiro. (Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)

Pachequinho abriu o jogo sobre sua efetivação no Coritiba. No comando interino da equipe desde a demissão de Paulo César Carpegiani, em fevereiro, o auxiliar-técnico cobra a definição da diretoria após as finais do Estadual. O primeiro jogo da decisão contra o rival Atlético será domingo (30), às 16 horas, na Arena da Baixada. Já a volta será domingo (7), no Couto Pereira.

“Tenho certeza de que terminando o Paranaense alguma definição deve acontecer. O Coritiba precisa começar o Campeonato Brasileiro com o técnico definido. Não podemos ficar interinamente por longo tempo”, afirma Pachequinho. O técnico também brinca com o tempo em que já está como interino. “Acredito que na história do futebol eu sou quem está há mais tempo interinamente. Geralmente o treinador assume dessa forma por um ou dois jogos”, descontrai.

O técnico nega que tenha tido a conversa com o presidente Rogério Bacellar para acertar sua permanência. Ele também não quis comentar se a efetivação está ligada ou não ao resultado do título no torneio regional. Pachequinho dirige o time de forma interina há 11 jogos, com sete vitórias, três derrotas, um empate e aproveitamento de 66,6% dos pontos.

“A conversa que eu tive com a diretoria foi lá no começo. Me disseram que eu ia assumir interinamente e que o clube não iria buscar outro profissional. Eles iriam aguardar os resultados. Não houve nenhuma alteração”, garante.

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Todos os jogos com Pachequinho no banco de reservas foram pelo Paranaense, já que a eliminação para o ASA-AL, na Copa do Brasil, Carpegiani era o comandante. No ano passado, o ex-atacante e ídolo coxa-branca também foi improvisado durante o primeiro turno do Brasileirão após a queda de Gilson Kleina, mas Bacellar optou por contratar Carpegiani na segunda metade do Nacional.

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