
A saída de Ivo Wortmann e a demora na contratação de um novo treinador que mesmo chegando a tempo não comandará a equipe no Atletiba aumentam a responsabilidade de Marcelinho Paraíba.
Principal contratação do clube para o ano do centenário, o jogador será o capitão da equipe pela terceira vez na partida contra o Atlético, na Arena, e a voz do interino Edison Borges em campo. Uma tarefa que ele já esboça junto ao elenco.
"Eu já sabia disso e estava preparado. Vim como a maior contratação e muita expectativa em cima mim. Então, depois de um resultado desses (a derrota contra o Iraty), a responsabilidade aumenta mesmo. Mas estou acostumado. Serve como motivação", afirma o jogador.
Ele garante que transmite a sua experiência aos colegas também fora de campo nos papos de vestiários e treinos. "Procuro sempre conversar e passar o que vivi. Isso é normal no futebol, e temos que entender que já passou. Seja como for, ainda estamos vivos na competição. É difícil? É. Mas quem diria que a gente perderia para o Iraty?", fala.
O armardor diz achar possível que uma vitória Coxa no clássico poderá jogar a pressão para o Atlético no jogo contra o Cianorte ele também confia em um empate do J. Malucelli nas duas últimas rodadas.
Para Paraíba, e os demais do elenco, esta foi uma semana diferente. De muitos questionamentos internos, mas também de experiências novas com o técnico interino Edison Borges a escalação é mantida em segredo. Junte a isso a expectativa da chegada do novo comandante e se consegue a promessa de ver o Coxa atuar de uma forma totalmemte oposta à última partida.
"É um sentimento de fazer de tudo para apagar logo isso. Vencer esse Atletiba e esquecer o jogo com o Iraty. Daí partir com tudo para a Copa do Brasil e iniciar uma nova fase", afirma o capitão resumindo, de certa forma, o espírito de todo o elenco.



