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Geraldo, do Ceará | Rodolfo Bührer /Gazeta do Povo
Geraldo, do Ceará| Foto: Rodolfo Bührer /Gazeta do Povo
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Geraldo (Ceará)

Campeão brasileiro pelo Atlético e de passagem apagada pelo Coritiba, Geraldo tem grandes chances de decidir o clássico cearense de amanhã. O camisa 10 do Vozão participou de 21 dos 40 gols do clube. Em 11 ele mandou a bola para a rede, em 3 ele deu a assistência e em 7 a jogada passou pelos seus pés.

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R$ 4

É o preço do ingresso para Juventude x Ponte Preta, hoje, no Alfredo Jaconi. De brinde, o torcedor leva dois bilhetes da Timemania. Quem já chegar com os dois vo­­lantes entra de graça. Mulheres, sócios e menores de 12 anos tam­­bém não pagam. O Ju é o 16º, na beira da zona de rebaixamento.

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Memória

Um Vasco com Acácio no gol, Bismarck como armador, Bebeto na condição de astro e Zagallo no banco de reservas. No Bragantino, Mauro Silva e Pintado protegendo a zaga do time bem armado pelo iniciante Vanderlei Luxemburgo. No dia 14/11/1990, o Braga venceu o Vasco pela última vez: 1 a 0, gol de Gil Baiano, em Bragança.

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Bate-bola

Arthur Neto, técnico do Atlético-GO

Ex-técnico do Furacão, Arthur Neto assumiu o América-RN por duas rodadas, viu que o time teria problemas para fugir da ZR e pediu a conta. Acabou contratado pelo Atlético-GO.

Como é sair de um time que está brigando contra o rebaixamento e assumir outro que briga para ficar entre os quatro?

É diferente pelos sentimentos, mas a responsabilidade é a mesma. A aflição na luta contra a queda é constante por precisar sair daquela situação. Já na briga pelo acesso, há a sensação de que se está perto do objetivo.

Com os adversários se aproximando, que tipo de pressão você espera?

Estarmos dentro do G4, mas não há nada consolidado. O alerta está ligado, pois temos Ceará e Figueirense bem colados e o São Caetano, nosso próximo adversário, também de olho. Mas existe uma paciência um pouco maior. Comigo, principalmente,porque tirei o time de uma fila de 18 anos (campeão estadual em 2007). O torcedor me olha com olhos de esperança. Chego respaldado. A expectativa, porém, também é enorme para que se repita o sucesso.

Como foi sua saída do América?

Tenho residência em Natal e me pediram para ajudar. Coisa de amizade, tanto que fiquei só dois jogos. Não gostei do que vi, os jogadores não responderam . Profissionalmente não era uma boa. Não montei o time, não podia contratar, mas se o clube caísse eu é que pagava o pato. Não podia arriscar.

Você teve uma passagem pela Baixada (em 2000). Como foi?

Foi uma experiência boa. Tivemos um bom início de Brasileiro, vencendo o Cruzeiro na estreia do Felipão, por 2 a 0, mas veio uma fase de instabilidade e acabei saindo.

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