Paulo André criticou desempenho do Atlético após última derrota para o Paraná.| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

Em clima de cobrança interna, o Atlético recebe o Paraná, neste domingo (2), às 16h, na Arena da Baixada, no primeiro jogo das quartas de final do Paranaense. Entre os próprios jogadores rubro-negros, sobraram críticas após a derrota para o próprio Tricolor na última rodada da fase de classificação. A vaga no mata-mata só foi garantida graças à vitória do Rio Branco sobre o Foz do Iguaçu.

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TABELA: confira o chaveamento do mata-mata do Paranaense 2017

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As declarações mais fortes vieram do zagueiro Paulo André, um dos líderes do elenco. O defensor de 33 anos disse após o último revés que o Rubro-Negro está cometendo erros que não aconteciam no ano passado. O técnico Paulo Autuori preferiu minimizar as críticas do atleta.

FICHA TÉCNICA: veja como entrarão em campo Atlético e Paraná

“O Paulo André tem que lembrar que no final do ano passado nós estávamos em um melhor momento. Agora nós nem completamos três meses de trabalho. Isso é natural. Neste início de ano, nós conseguimos classificar para a fase de grupos [da Libertadores] e também avançar no Paranaense. E isso aconteceu por causa da nossa base do ano passado. Esses erros precisavam acontecer agora. Se essa equipe não errasse neste momento, não teria como ajustar”, analisa Autuori.

Na temporada, somando Paranaense e Libertadores, o Atlético tem aproveitamento de apenas 45% dos pontos. São cinco vitórias, oito empates e quatro derrotas. A ressalva é que no Estadual, nove jogos foram disputados com o time reserva. Porém, nas duas vezes que os titulares foram escalados no torneio regional, o Furacão saiu com uma derrota e um empate.

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Por isso, os jogadores da equipe principal prometem dar uma resposta aos torcedores. O objetivo é usar o ‘espírito de Libertadores’ no duelo decisivo com o Paraná. O elenco se apega aos confrontos em que saiu vitorioso contra o Millonarios, da Colômbia, e Deportivo Capiatá, do Paraguai, nas fases preliminares do torneio continental. “Mata-mata é diferente de fase classificatória e nada melhor que um clássico para mostrarmos nossa força. Nós já passamos por decisões de mata-mata neste ano e estamos preparados”, garante o meia Nikão.