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Gazeta Agora

Gazeta Agora: Lula foge de debate na Globo e Flávio promete massacre ao vivo

O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que Lula confirma que não irá ao debate da TV Globo e Flávio mantém presença.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participará do debate promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). O encontro é o último confronto televisivo previsto em sinal aberto antes do primeiro turno das eleições. A decisão foi comunicada formalmente à emissora nesta quarta-feira (30).

A confirmação ocorreu depois de Flávio Bolsonaro (PL) assegurar que participaria do encontro mesmo sem a presença de Lula. Durante ato de campanha em Goiânia, no domingo (27), o senador havia desafiado diretamente o presidente e dito que iria ao debate para enfrentá-lo.

Pesou também na decisão da campanha a avaliação de que o presidente Lula seria o alvo preferencial de questionamentos e críticas de todos os demais candidatos. A ausência, por outro lado, transforma o debate em uma oportunidade para Flávio reforçar o confronto direto com Lula mesmo sem ter o adversário no estúdio. 

A campanha de Lula ainda avalia como ocupar o espaço deixado pela ausência no horário do debate. Uma das alternativas discutidas é uma entrevista ou participação em podcast, estratégia semelhante à adotada pelo presidente durante o debate da Band, quando optou por conceder uma entrevista à Record.

Mendonça vota para manter remoção de posts sobre Padroeira do Brasil.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (30) para manter seu posicionamento de remover postagens nas redes sociais de uma suposta fake news de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) retiraria o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. O julgamento é realizado no plenário virtual do Tribunal Superior Federal (TSE).

Desde a semana passada, a suposta retirada do título da santa vem sendo difundida nas redes sociais por simpatizantes da esquerda e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e negada por Flávio Bolsonaro. Desde então, o caso gerou uma nova crise no STF por decisões contraditórias de Flávio Dino e Luiz Fux.

“As decisões submetidas a referendo não partiram da premissa de que manifestações críticas ou contundentes devem ser afastadas do debate político. Ao contrário, reconheceram expressamente a proteção proferida à crítica, à opinião, à sátira, à manifestação religiosa e ao debate sobre religião e política”, afirmou no voto. Outros seis ministros do TSE ainda votarão.

Dino manda PF investigar onda de ataques religiosos em meio ao caso Aparecida

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (30) que a Polícia Federal investigue uma suspeita de “onda de ataques” a imagens religiosas em meio à crise instalada na semana passada após a divulgação de uma suposta fake news de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) retiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

A decisão ocorre justamente em meio a uma votação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de uma decisão do ministro André Mendonça que mandou remover postagens sobre o suposto fato envolvendo Flávio Bolsonaro. Dino havia suspendido, no último domingo (27), a medida do colega, o que levou a uma nova crise entre os ministros do STF.

“Após a minha decisão proferida no último domingo visando preservar a liberdade religiosa – especialmente em favor dos participantes do culto à Nossa Senhora Aparecida – chegaram ao gabinete, por vários meios, notícias de várias partes do Brasil demonstrando uma aparente onda de ataques nos últimos meses contra imagens religiosas”, escreveu Dino no despacho.

Celular de Roberta Luchsinger ainda tem muito a revelar

Quase dez meses desde que a Polícia Federal apreendeu o celular da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a perícia do aparelho está longe de esgotada. A reportagem apurou que o material recuperado "tem muito a revelar" sobre a rede de acesso e influência que ela teria construído com integrantes do governo federal.

A expectativa de investigadores é que uma eventual convocação de Lulinha para depor só deva ocorrer depois das eleições. O argumento para a demora é que ainda há muitos dados para serem analisados e o filho do presidente terá que se deslocar da Espanha, onde mora, para o Brasil.

Mas a reportagem apurou que o calendário de investigações também sofre influência política, pois o depoimento pode criar um possível fato político e tirar votos de Lula nas eleições.

A manobra ocorre em um momento de desgaste interno na PF, onde parte dos policiais quer acelerar as investigações enquanto outra ala tenta blindar o governo de desgaste.

O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.

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