O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca o pagamento da amiga de Lulinha a ex-chefe de gabinete de Lula.
A Polícia Federal (PF) rastreou um depósito da empresária Roberta Luchsinger, conhecida por sua proximidade com Fábio Luís da Silva, o Lulinha, na conta do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Ele admitiu ter recebido o valor, mas disse que se tratou de um “empréstimo”, que já foi quitado. O valor não foi informado.
Roberta aparece nas investigações da Operação Sem Desconto, que apura abatimentos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS por entidades associativas sem autorização dos beneficiários. A transação foi identificada na quebra dos sigilos fiscal e telemático de Roberta. Marcola foi exonerado há duas semanas por comunicação no Diário Oficial da União.
Dino autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino autorizou a Polícia Federal (PF) a investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva. A decisão é desta terça-feira (4), um dia após seu sorteio para relatar o terceiro inquérito contra o filho do presidente Lula (PT) conhecido como Lulinha.
As suspeitas giram em torno de uma empresa de tecnologia com contratos de R$ 81,1 milhões com o governo federal. A suspeita é de que Lulinha tenha usado seu parentesco com Lula para influenciar na obtenção dos contratos.
O filho do presidente é alvo de dois inquéritos autorizados pelo ministro André Mendonça. No primeiro, a suspeita é de influência indevida e corrupção no processo de flexibilização da cannabis medicinal, com a participação de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS".
O segundo inquérito autorizado por Mendonça foca na Dataprev. A PF aponta que Lulinha, junto com Antunes e a empresária Roberta Luchsinger, teria atuado para conseguir contratos junto à empresa de tecnologia.
PF aponta atuação de Jaques Wagner em quatro frentes de interesse do Banco Master
Os relatórios produzidos pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero descrevem uma atuação recorrente do senador Jaques Wagner (PT-BA) em temas considerados estratégicos para o antigo Banco Master e seus principais controladores, Daniel Vorcaro e Augusto Ferreira Lima.
A partir da análise de mensagens extraídas de celulares apreendidos, documentos e proposições legislativas, os investigadores identificaram quatro eixos nos quais a atuação do parlamentar teria coincidido com interesses econômicos do grupo: a ampliação do crédito consignado; mudanças nas regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC); a negociação para venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB); e a regulamentação do mercado brasileiro de créditos de carbono.
A análise integra uma série de Informações de Polícia Judiciária (IPJs) remetidas ao Supremo Tribunal Federal (STF), que reúne elementos obtidos durante a investigação sobre a atuação de executivos do Banco Master.
O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.



