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“Carro atropela pessoas durante evento LGBT em Berlim” — manchete do The New York Times, jornal americano, sobre atentado terrorista islâmico na Alemanha que matou uma pessoa. Mais um ataque dos radicais da seita Meccânica Al-tomotiva.
“Espero que não seja um imigrante, mas sim uma pessoa cristã e branca” — Nyya, cantora e ativista LGBT alemã, após ataque terrorista em Berlim. O pior não são os mortos, os feridos e nem o trauma… é a islamofobia que eles geram.
“Eu acho que é algo espiritual” — Andrés Gomez, atacante do Vasco da Gama, sobre a má fase que o clube enfrenta. Como o futebol do Vasco já morreu faz tempo, só pode ser espiritual mesmo.
“Tive que mudar o final porque era sombrio e misógino demais” — Christopher Nolan, diretor do filme Odisseia, sobre sua adaptação da obra clássica de Homero. Comovente a generosidade do Nolan em salvar a obra de um jovem autor em situação de vulnerabilidade.
“A relação entre o presidente da FIFA e o dos EUA atingiu uma dimensão financeira que pode prejudicar profundamente o futebol” — Sepp Blatter, ex-presidente da FIFA afastado por corrupção. Seria esse o fim da corrupção moleque, do rouba-bonito e da mutreta-arte dos tempos áureos do Blatter?
“Quando falei sobre isso, não sabia sobre o que estava falando exatamente” — Tico Santa Cruz, cantor, sobre assumir sexualidade “fluida” em 2021. Acontece muito quando ele abre a boca.
“Eles têm que ser tratados como um caminhão de japonês: todos iguais” — Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, reproduzindo estereótipo racista ao pregar isonomia nas licitações de gás natural. Eu já preferiria ser tratado como empreiteiro baiano.
MC Molusco
“Vamos tomar um café” — Lula, convidando Alexandre Barci de Moraes para um convescote após evento no Palácio do Planalto. Lula, se o que você quer é tomar alguma coisa junto com o Moraes, que tal se os dois aproveitassem para ir tomar vergonha na cara?
“Era só mais um Silva / Com a estrela que brilha” — novo jingle da campanha de Lula, adaptando um clássico do funk carioca. Lula chega balançando o Petrolão para provar que nem o funk é algo tão ruim que o PT não consiga estragar.
“Esse rap está roubando o meu coração” — Daniela Mercury, cantora de axé, sobre novo jingle publicitário de Lula. Enfim uma homenagem à altura do homenageado.
“Quem vir de fora para se meter nas eleições brasileiras vai apanhar muito” — Lula, rejeitando observadores estrangeiros para fiscalizar as eleições. Que o diga a tal da democracia, que veio lá da Grécia para tomar uma surra das nossas urnas a cada quatro anos.
“Vá tentar pegar uma ambulância lá em Nova York para ver quanto custa” — Lula, comparando o SUS com o sistema de saúde dos países ricos. Com o SAMU, morrer na fila do hospital é rápido e gratuito.
“O [ministro da Saúde] Alexandre Padilha conseguiu, por um pedido meu, levar o cara para o hospital para operar” — Lula, confessando ter usado sua influência para conseguir tratamento para amigo sindicalista. Amigo do Lula operar no hospital, até que tudo bem; problema maior são aqueles amigos sempre “operando” na Petrobras, nos Correios e no INSS.
Malos Aires
“Quem mandou mexer no microfone foi o ‘ladrão’?” — Javier Milei, presidente da Argentina, após problemas técnicos durante discurso com críticas a Lula. Ele nem disse o nome e todo mundo já sabia de quem se tratava.
“Quem é esse cara?” — Lula, ao ser questionado sobre as falas de Javier Milei. Lula, você conhece o Javier Milei? Aquele que te chamou de ladrão e gritou “mitei”.
“O palhaço do presidente da Argentina falou mal do Brasil ontem” — ministro da Fazenda Dario Durigan, após críticas de Javier Milei à economia brasileira. A hierarquia diplomática é rigorosa: presidente responde a presidente, embaixador a embaixador e palhaço a palhaço.
“️Vai dar medalha para o Milei, que está dando carne de burro para a população da Argentina comer?” — candidato ao Governo de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP), sobre honraria concedida pelo rival Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos-SP). É o Taxxad defendendo a espécie! Afinal de contas, quando o assunto é burro, ele tem lugar de fala.
“O ‘lixo careca’ não me permitiu visitar meu amigo” — Javier Milei, sobre proibição de visita a Jair Bolsonaro por decisão de Alexandre de Moraes. Calúnia! Todo mundo sabe que o Moraes não possui um único fio de cabelo que não seja absolutamente justo, probo e, acima de tudo, imparcial.
“Por que Milei pode xingar o Brasil sem maiores consequências?” — Rodrigo da Silva, jornalista, após críticas de Milei a Moraes. Minha pátria é o STF!
Horário Eleitoral
“Eu vi o descaso, a corrupção, a falta de transparência, a percepção do ódio” — senadora Soraya Thronicke (PSB-MT), sobre abandonar a direita e se juntar à esquerda. Muito diligente, a senadora se assustou com o amadorismo da direita nesses quesitos, e resolveu se juntar aos profissionais do outro lado.
“Eu fiz a maior faculdade de direito do Brasil e larguei porque queria ser empreendedor” — Renan Santos (Missão), candidato à Presidência, defendendo-se de críticas por não ter um diploma universitário. O segredo do sucesso empresarial dele é tão bem guardado que, até hoje, ninguém descobriu o que foi que ele empreendeu.
“Não vou nem comparar, mas foi o caso do Steve Jobs e do Mark Zuckerberg” — Renan Santos, enumerando outros titãs dos negócios que também largaram os estudos. O Steve Jobs era um cara tão visionário que deixou a faculdade nos anos 70 só para realizar o sonho de um dia se tornar um Renan Santos. Infelizmente, morreu antes de alcançar esse objetivo.
“Pode ter fraude? Pode. Mas nada que possa impactar o resultado de uma eleição” — governador Romeu Zema (Novo-MG), comentando sobre a segurança das urnas eletrônicas. Fiquem tranquilos: se houver fraudes, elas serão totalmente seguras, limpinhas e dentro da normalidade democrática.
“Primeiramente, eu confio nas urnas eleitorais do Brasil” — candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD-GO), após críticas de Flávio Bolsonaro às urnas eletrônicas. Falando na sinceridade, eu também confio mais nas urnas eletrônicas do que no Caiado.
“O quadro é desastroso” — Armínio Fraga, economista e ex-presidente do Banco Central, em avaliação sobre a situação fiscal e econômica do país. Ué, mas quem recomendou o “artista” não foi você?
“Não me arrependo nem um pouco” — Armínio Fraga, sobre ter sido cabo eleitoral de Lula nas últimas eleições. Tem medo, mas não tem vergonha.
“Eu vou continuar a defender o homem que chamou o meu pai de ‘golpista’ em rede nacional” — Filha do Michel Temer, filha do Michel Temer, ex-presidente preso pela Lava Jato, anunciando apoio a Lula, ex-presidente preso pela Lava Jato. Por definição.
“Começarei o movimento nacional chamado ‘Direita com Lula’, até porque ninguém poderá dizer que eu não sou conservador” — pastor e deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), propondo um movimento em apoio a Lula. Todo mundo sabe que ele é um grande conservador... dos privilégios, mamatas e boquinhas.
Diário da Corte
“Eu tenho medo da desinteligência natural. Essa me preocupa” — ministra do Supremo Cármen Lúcia (STF-MG), alertando sobre riscos maiores do que a inteligência artificial. Ela deve achar que é uma doença autoimune.
“Posso tirar uma foto com você, você parece demais com a Cármen Lúcia, já te falaram isso?” — ministra do Supremo Cármen Lúcia (STF-MG), relatando suposto encontro com fã em porta de supermercado. Confundir a Cármen Lúcia com ela mesma até passa. Agora, confundi-la com uma juíza imparcial e equilibrada? Aí já é caso de internação psiquiátrica.
“É apenas mais um resmungo” — ministra do Supremo Cármen Lúcia (STF-MG), sobre novos questionamentos às urnas eletrônicas. Pô, não fala assim do meu votinho.



