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Premiação

Americana Louise Glück ganha Nobel de Literatura 2020

    • Gazeta do Povo e Estadão Conteúdo
    • 08/10/2020 09:25
    nobel literatura 2020
    Louise Gluck, vencedora do Nobel de Literatura de 2020| Foto: Robin Marchant / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP

    O Prêmio Nobel de Literatura de 2020 foi concedido à escritora americana Louise Glück, "por sua inconfundível voz poética que com austera beleza torna universal a existência individual", anunciou a Academia Sueca nesta quinta-feira (8).

    Glück, 77, é uma das poetisas mais admiradas nos Estados Unidos. Sua obra já foi reconhecida anteriormente, quando ganhou o Prêmio Pulitzer, o National Book Award, o National Book Critics Circle Award e o Prêmio Bollingen. "Ela procura o universal, inspirando-se nos motivos clássicos. . . . A voz de Glück é inconfundível. É franca e intransigente e sinaliza que esta poeta quer ser compreendida, mas também é uma voz cheia de humor e sagacidade mordaz", disseram os juízes do Nobel ao anunciar a vencedora.

    "Averno", de 2006, foi uma das obras de Glück destacadas pela Academia Sueca, que a considerou magistral e "uma interpretação visionária do mito da descida de Perséfone ao inferno no cativeiro de Hades, o deus da morte". A escritora é conhecida por usar a mitologia greco-romana em suas reflexões sobre relacionamentos e o cotidiano atual.

    Glück nasceu em 1943 em Nova York, e atualmente vive em Cambridge, Massachusetts. Além da literatura, ela é professora na Yale University, em Connecticut. A escritora estreou na poesia em 1968 com o livro Firstborn e entre outros prêmios importantes também levou o Pulitzer, pelo livro The Wild Iris, em 1993, e o National Book Award (2014). Dois anos depois, ela recebeu a National Humanities Medal do então presidente dos EUA, Barack Obama.

    De acordo com a Academia Sueca, o trabalho de Louise Glück é caracterizado por uma busca pela clareza. Entre seus temas estão a infância e a vida em família. Os sonhos e ilusões são uns de seus processos na escrita.

    "Mesmo que Glück nunca tenha negado a importância do contexto autobiográfico, ela não deve ser encarada como uma poeta confessional", diz a Academia Sueca. "Glück busca o universal, e nisso ela se inspira em mitos e motivos clássicos, presentes na maior parte do seu trabalho. As vozes de Dido, Perséfone e Eurídice - a abandonada, a punida, a traída - são máscaras para um eu lírico em transformação, tão pessoal quanto válido de maneira universal".

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    Comentários [ 1 ]

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    • C

      Celito Medeiros

      ± 0 minutos

      Muitos indicados por diversos caminhos, mas poucos serão os escolhidos. Sinceramente eu torcia pela escritora de Bruxa Negra de Salem, Maryse Condé, de Guadalupe. Fui fotografado em 2004 no Vaticano, audiência com João Paulo II, com quatro belíssimas negras em seus trajes típicos. O Papa foi Santificado, três ganharam o prêmio Nobel da Paz 2004 e 2011, faltava Maryse, havia ganho um Nobel alternativo. Ah, Brasil, quando será?

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