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Astrônomos e entusiastas da astronomia se preparam para acompanhar um evento raro que surgirá nos céus neste ano: o eclipse solar total mais longo do século.
Com duração máxima estimada em seis minutos e 23 segundos, o fenômeno deixará algumas partes do mundo em total escuridão. A raridade do evento se dá justamente porque não há previsão de outro acontecimento como este pelos próximos 157 anos, segundo projeções orbitais.
Quando o eclipse solar total acontecerá e de onde será possível observá-lo?
O eclipse está previsto para acontecer em 2 de agosto. Segundo a Nasa, o evento será visível no sul da Espanha, no norte da África (incluindo Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia e Egito), na Arábia Saudita e no Iêmen.
Em outras partes do mundo, será possível acompanhar um eclipse parcial. Nesse caso, o evento estará disponível na maior parte da Europa, em grande parte da África, no Oriente Médio, no Sudeste Asiático, no leste do Canadá, no norte do Maine, nos EUA, bem como nos oceanos Atlântico e Índico.
Como funciona um eclipse solar total?
Os eclipses solares ocorrem quando o sol, a lua e a terra se alinham total ou parcialmente. A forma como será possível observá-lo dependerá de como os astros se alinharam.
O eclipse solar ocorre quando a lua passa entre o sol e a terra, projetando uma sombra no planeta que pode bloquear total ou parcialmente a luz solar em algumas áreas do globo.
Dessa forma, o céu escurecerá, como se fosse amanhecer ou entardecer. Se o tempo estiver favorável, as pessoas na trajetória de um eclipse solar total poderão ver a coroa solar, a atmosfera externa do sol, que normalmente fica obscurecida pelo brilho da face solar.
Segundo a Nasa, com exceção dos breves momentos de totalidade durante um eclipse solar total, os observadores devem sempre usar óculos de eclipse ou um método alternativo e seguro de observação solar, como um projetor de orifício, para ver o sol.








