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Os empresários venezuelanos, reunidos na Confederação de Serviços e Comércio (Consecomercio), pediram que o presidente Hugo Chávez retire seu projeto de reforma constitucional, considerando-o "excludente e contra a paz e a convivência".

Em um documento entregue à imprensa nesta terça-feira pelo presidente do Consecomercio, Nelson Maldonado, o grupo afirma que "através de uma simples reforma se pretende eliminar o pluralismo político e substituí-lo por um Estado socialista".

O documento foi aprovado em uma assembléia extraordinária da Confederação, nesta terça-feira.

A Assembléia Nacional da Venezuela estuda a aprovação da reforma da Constituição de 1999, que inclui a reeleição presidencial ilimitada, a definição de diversos tipos de propriedade, entre elas a social, e a criação de um novo Poder Popular.

"Para a Consecomercio não há democracia sem empresa privada e caso não exista respeito à propriedade", disse o documento.

O projeto, após ser aprovado pelo Parlamento, será submetido a referendo popular no dia 2 de dezembro, ainda que setores da oposição tenham pedido que a consulta seja adiada até fevereiro, para que a população possa conhecer todas as mudanças.

A proposta foi apresentada pelo presidente Chávez no dia 15 de agosto, com a modificação de 33 artigos. Entretanto, ao longo dos debates, o parlamento adicionou mais 36 artigos, chegando a um total de 69, de um total de 350 da Carta Magna de 1999.

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