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Direita no poder

Espriella recebe credenciais presidenciais para liderar “reconstrução” da Colômbia

Abelardo de la Espriella discursa após receber suas credenciais como presidente eleito da Colômbia nesta quinta-feira em Bogotá (Foto: EFE/ Mauricio Dueñas Castañeda)

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O candidato de direita eleito presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, recebeu suas credenciais do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) nesta quinta-feira (25), prometendo liderar a "reconstrução" de um país que, segundo ele, foi saqueado pelo governo esquerdista de Gustavo Petro.

"Aceito seu voto não como uma mera decisão eleitoral, mas como um mandato de esperança e um chamado inequívoco para liderar a reconstrução de um país vergonhosamente saqueado, vilipendiado e cuja dignidade republicana foi pisoteada", declarou o novo governante, no primeiro discurso como líder eleito da Colômbia após vencer o segundo turno das eleições no último domingo.

A posse de Espriella será em 7 de agosto. Durante a cerimônia desta quinta-feira ele estava acompanhado de sua família e de dezenas de apoiadores que, assim que ele apareceu no auditório do recinto da feira Corferias, onde o evento ocorreu, gritaram: "Presidente, presidente".

O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, deu um mês para que grupos armados ilegais se rendam à justiça e insinuou que não buscará negociações de paz com nenhum deles, ao contrário do que foi feito pelo governo anterior de Gustavo Petro.

O político de direita foi enfático em sua mensagem contra os grupos armados que atuam no país. "Para aqueles que estão à margem da lei, uma mensagem categórica: vocês têm um mês para se conscientizarem (…) e se submeterem ao Estado de Direito. No meu governo, não haverá ofertas generosas nem concessões inaceitáveis ​​como as que vocês receberam do regime que agora está chegando ao fim", declarou.

O novo governante eleito obteve 12,9 milhões de votos (49,66%) no segundo turno das eleições presidenciais no último domingo, em comparação com os aproximadamente 12,7 milhões de votos (48,70%) conquistados pelo esquerdista Iván Cepeda, do Pacto Histórico, partido do presidente Gustavo Petro.

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