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Segundo a ditadura cubana, além das mortes registradas, 13 pessoas estão desaparecidas e 40 ficaram feridas e foram hospitalizadas
Segundo a ditadura cubana, além das mortes registradas, 13 pessoas estão desaparecidas e 40 ficaram feridas e foram hospitalizadas| Foto: EFE/Ernesto Mastrascusa

As autoridades de Cuba confirmaram que o número preliminar de mortes devido a uma explosão ocorrida nesta sexta-feira (6) no hotel Saratoga, em Havana, é de pelo menos nove, e que 13 pessoas estão desaparecidas e 40 ficaram feridas e foram hospitalizadas.

A ditadura cubana relatou no Twitter que “investigações preliminares indicam que a explosão foi causada por um vazamento de gás”.

O ditador Miguel Díaz-Canel foi ao local do incidente com o primeiro-ministro Manuel Marrero e o líder da Assembleia Nacional do Poder Popular (Parlamento), Esteban Lazo.

Crianças de uma escola vizinha foram retiradas em segurança, de acordo com funcionários do Partido Comunista Cubano.

A explosão ocorreu por volta das 10h50 (11h50 de Brasília) e causou o colapso da fachada do prédio. Houve ainda um incêndio que gerou uma enorme coluna de fumaça branca, visível de grande parte da cidade.

O térreo e os dois primeiros dos seis andares do prédio foram os pavimentos mais danificados pela explosão, que fez muitos escombros caírem na rua.

As autoridades da capital cubana não se pronunciaram sobre a causa da explosão ou sobre possíveis vítimas.

O edifício neoclássico construído em 1880 funciona como hotel desde 1933 e foi restaurado pela última vez em 2005, de acordo com a imprensa oficial. Considerado um dos estabelecimentos turísticos mais luxuosos da cidade, ele fica no Paseo del Prado, uma das principais avenidas do centro histórico.

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