i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
crise no egito

Irmandade Muçulmana diz que continuará nas ruas do Cairo apesar das matanças

O serviço de ambulâncias do Egito informou que 72 pessoas foram mortas em meio à violência no sábado, durante uma vigília de partidários do presidente deposto Mohamed Mursi

  • PorReuters
  • 28/07/2013 08:57

Milhares de partidários da Irmandade Muçulmana, no Egito, se mantiveram firmes neste domingo (28) no Cairo, dizendo que não deixarão as ruas, apesar dos "massacres" das forças de segurança, que mataram dezenas deles a tiros.

O serviço de ambulâncias do Egito informou que 72 pessoas foram mortas em meio à violência no sábado, durante uma vigília de partidários do presidente deposto Mohamed Mursi, fato que provoca preocupação mundial quanto ao risco de o mais populoso país do mundo árabe mergulhar na desordem.

A Irmandade, grupo de Mursi, venceu várias eleições seguidas depois da derrubada do presidente autocrata Hosni Mubarak, em 2011, e promete não deixar as ruas enquanto Mursi não for reconduzido ao poder.

Seus seguidores acusam os militares de reverterem o movimento de revolta que conduziu o Egito à democracia.

"Eles não ficarão satisfeitos enquanto não trazerem de volta tudo que era típico da era do Estado da segurança e inteligência criminosas e corruptas", disse o alto dirigente da Irmandade Essam el-Erian, no Facebook.

"Eles intensificaram os seus esforços para isso ao cometer massacres nunca vistos antes na história egípcia."

Embora o Cairo estivesse tranquilo neste domingo, confrontos violentos agitaram a cidade de Port Said, na região do Canal de Suez.

Um garoto de 17 anos foi morto em um enfrentamento entre os grupos pró e contra Mursi e outras 29 pessoas ficaram feridas, segundo fontes do setor de segurança.

A violência polariza profundamente o Egito, de um modo que sua elite secular e liberal mostra pouca simpatia pela Irmandade e poucas reservas quanto ao retorno dos militares, que governaram o país por 60 anos até o levante de 2011.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.