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Uma bomba explodiu na noite desta sexta-feira (18) em uma praça do Cairo, capital do Egito, matando um policial e ferindo outro, afirmou o jornal estatal egípcio "Al Ahram" em sua página na internet.

Não houve reivindicação imediata de responsabilidade.

A explosão atingiu um posto da polícia de trânsito, um tipo de ataque que tem se multiplicado no Egito desde a queda do presidente islâmico Mohamed Mursi, derrubado pelos militares em julho passado.

A maior parte destes ataques é perpetrada por grupos jihadistas, alguns dos quais reivindicam vínculos com a Al Qaeda e afirmam atuar contra a implacável repressão promovida pelo governo do marechal Abdel Fatah al-Sisi, especialmente sobre a Irmandade Muçulmana.

Ao menos 1.400 manifestantes morreram em nove meses de conflito contra policiais e militares. Mais de 15 mil integrantes da Irmandade Muçulmana foram detidos e centenas, condenados à morte em julgamentos sumários.

O governo militar afirma que desde a destituição de Mursi os atentados já deixaram 500 mortos, a maior parte policiais e soldados.

Desde que o Exército derrubou Mursi, o primeiro presidente livremente eleito do país, da Irmandade Muçulmana, militantes islâmicos têm intensificado os ataques contra membros das forças de segurança, matando centenas de pessoas.

Na terça-feira, dois ataques com bomba feriram três policiais no centro do Cairo.

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