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Laboratório

Recompensa funciona melhor que punição, mostra estudo de Harvard

 | Nasa
(Foto: Nasa)

Recompensar acertos pode ser mais eficaz que punir os erros. É o que mostra um no­­vo experimento em teoria dos jogos, divulgado ontem na revista Science.

No jogo dos Bens Públicos – um modelo de economia ex­­perimental –, jogadores escolhem se querem ou não contribuir com dinheiro pa­­ra um montante comum. Este é multiplicado e redistribuído igualmente, independentemente de quem contribui e de quem não o faz.

Quando as pessoas jogam uma versão pura do jogo, a tentação de tirar proveito da situação – pegar a recompensa sem contribuir nada – frequentemente leva à rápida de­­sintegração da cooperação. Pesquisa anterior mostrou que a cooperação é promovida ao permitir que os jogadores punam os aproveitadores: jogadores cooperativos pagariam uma pequena taxa que os permitisse infligir uma perda ao transgressor. Esta abordagem era mais efetiva que a recompensa, pelo me­­nos em jogos em que os jogadores trocavam de parceiros a cada rodada.

Os jogadores poderiam escolher recompensar ou punir os outros a uma pequena ta­­xa, caso o fizessem. Rand percebeu que recompensar ou punir conduziam igualmente à cooperação e a ganhos maio­­res.

No entanto, quando os jogadores tinham a opção de pu­­nir ou recompensar, e escolhiam recompensar, eles terminavam com um ganho fi­­nal líquido ainda maior.

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Astronautas instalam tanque de refrigeração na estação espacial (foto)

Washington - Um astronauta americano e um sueco instalaram ontem um tanque de refrigeração na Esta­­ção Espacial Internacional (ISS), em uma saída ao espaço realizada apesar da proximidade perigosa de lixos espaciais.

O sueco Christer Fuglesang e o americano Danny Olivas instalaram um tanque de amoníaco para manter a ISS fria e realizaram várias tarefas de manutenção.

Esta é a segunda das três saídas espaciais da missão do ônibus espacial Discovery à ISS. Um pouco antes da saída, um detrito espacial se dirigia pa­­ra a ISS, mas a Nasa afirmou que isso não afetaria as duas saídas planejadas.

"Tínhamos elementos su­­ficientes para saber que o de­­jeto não era uma ameaça pa­­ra a ISS", explicou o diretor de voo, Heather Rarick.

O controle da missão permanecerá alerta para a movimentação do Ariane 5, um foguete espacial europeu de 19 metros quadrados que de­­ve passar a cerca de três quilômetros de distância da ISS.

AFP

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Ártico está no seu momento mais quente em 2.000 anos

Washington - As emissões de gases do efeito estufa fizeram com que na última década o Ártico atingisse seu momento mais quente dos últimos 2.000 anos, revertendo uma tendência natural de resfriamento que deveria ter durado mais quatro milênios.

O dióxido de carbono e ou­­tros gases emitidos pelas atividades humanas se sobrepuseram a um ciclo de 21 mil anos vinculado a mudanças graduais na órbita terrestre em torno do Sol, segundo artigo publicado na revista Science.

"Acho que isso realmente salienta como o Ártico é sensível à mudança climática (...), e é realmente o lugar onde pode-se ver primeiro o que está acontecendo com o sistema (climático) e como o resto da Terra irá ou deverá acompanhar," disse Da­­vid Schneider, do Centro Nacio­­nal dos Estados Unidos para a Pesquisa At­­mosférica, um dos autores do estudo.

Reuters

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