i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
coluna do leitor

Bafômetro

  • Porleitor@gazetadopovo.com.br
  • 21/03/2013 21:03

Sobre a polêmica a respeito do parecer da Procuradoria-Geral da República que exime de punição o motorista que se recusa a fazer o teste do bafômetro (Gazeta, 20/3), acredito que a Lei Seca é um bom instrumento para a educação no trânsito, principalmente para quem não respeita a legislação. Mas o fato é que o Congresso Nacional aprova as leis brasileiras com falhas absurdas que permitem brechas, sem se preocupar em ver a constitucionalidade dos objetos aprovados.

Sérgio Luiz Golombe

Pacote de bondades

É uma lástima que tenhamos de assistir a espetáculos tão deploráveis quanto a concessão de "bondades" para os parlamentares (Gazeta, 21/3). Pessoas sem a menor qualificação – são raras as exceções – usam e abusam das prerrogativas legislativas em benefício próprio. Até quando teremos de conviver com tantos descalabros? Os exemplos são inúmeros e começam pela nossa presidente, com uma comitiva de mais de 100 pessoas para a missa inaugural de nosso papa. Vergonha nacional.

Arthur Suplicy de Lacerda Neto, Piraquara – PR

Repasses

Quando vejo uma matéria como essa mostrando a dependência dos municípios em relação às verbas da União (Gazeta, 19/3), fico pensando: por que será que em época de eleição existem tantos candidatos ao cargo de prefeito? Depois de eleitos, é uma choradeira só por mais recusros. E mesmo assim a maioria dos prefeitos eleitos recentemente serão candidatos à reeleição ou indicarão uma pessoa de seu partido para se candidatar. Não é estranho?

José Calixto, Cianorte – PR

Ministérios

Excelente editorial a respeito do excesso de ministérios (Gazeta, 20/3). É tudo o que as pessoas gostariam de expressar. Se tantos ministros e ministérios resolvessem, nossa vida não seria tão sofrida, sem segurança, sem saúde de qualidade, com os nossos direitos individuais sendo desrespeitados por políticos que só visam ao poder.

Maria Stephan

Comissão de Direitos Humanos

Se o Congresso Nacional ceder à pressão que está sendo feita para a retirada do deputado Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos, será deflagrada uma nova etapa no país, a de conseguir mudanças na base do grito, da baderna, da falta de respeito. Essas manifestações que temos visto nas sessões não têm nada a ver com democracia, mas sim com escárnio e deboche, e afrontam a soberania do voto popular.

Michael Romanio

Aborto

Ao abrir o jornal vejo o verdadeiro massacre contra uma médica acusada de acelerar a morte de pacientes terminais; de outro lado, o Conselho Federal de Medicina discutindo a normalidade da interrupção do início da vida de um bebê que não tenha completado 3 meses de gestação. Se esses são os valores de nossa sociedade, não concordo com eles.

Romeu Munaretto

Violência

A delegacia de Maringá aguarda licitação para uma reforma desde 2008 e, com o recente motim, ficou praticamente destruída. As nossas autoridades passam ao largo dos problemas – que não afligem apenas Maringá, mas todo o Paraná – e ficamos sem saber a quem recorrer.

João Venâncio Silva, Maringá – PR

Redações do Enem 1

Como professora e cidadã, fiquei indignada ao ler a reportagem "Enem dá nota máxima a erros de português" (Gazeta, 19/3). Como fica o respeito a nossa língua? Depois não sabem por que há tantas reclamações de professores universitários a respeito do baixo nível dos alunos. É necessário, urgentemente, rever essas questões e exigir mais dos alunos em todos os níveis de aprendizagem. Precisamos de professores mais empenhados e alunos mais comprometidos e preparados. Só assim a educação em nosso país irá melhorar.

Raquel Grein dos Santos

Redações do Enem 2

A universidade não é lugar para o aluno aprender coisas básicas como a gramática portuguesa. Essa forma de entendimento do MEC faz com que nossas universidades formem profissionais analfabetos funcionais. Como o MEC quer um pacto para a alfabetização das crianças usando esse critério de avaliação? Se o aluno não aprender nos primeiros anos de escola as regras básicas de gramática, carregará essa deficiência para o resto de sua vida, sendo um péssimo profissional na área que escolher.

Dercidio Nava

Andar a pé

Para os pedestres utilizarem mais as ruas (Gazeta, 19/3), é necessário mais segurança. Como vivemos com altos índices de criminalidade tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades, os pedestres se afastam das ruas. O poder público é responsável por isso e deveria falar menos e agir mais. Há muito o governo diz que irá fazer isso e aquilo para melhorar a segurança, mas na prática isso não se concretiza.

Luiz Cesar de Almeida

Qualidade do ar

Não notei qualquer tipo de mudança significativa na qualidade do ar curitibano (Gazeta, 20/3). Com o crescimento da frota de veículos em ritmo acelerado, não acredito que os resultados poderão ser melhores nos próximos anos. Uma das melhores soluções para o problema é o estímulo, por parte do poder público, à utilização do sistema de transporte público.

Clóvis Pinho, estudante da Faculdade de Direito da UFPR

Barulho

Até quando teremos de suportar e conviver com o barulho irritante dos escapamentos alterados, sons acima do permitido, que chegam a estremecer as vidraças de casa? Esses "jacus boys" acham-se "os caras", mas basta uma viatura da polícia se aproximar para baixarem o som. Contamos com leis contra esse tipo de desrespeito, mas as mesmas não estão sendo aplicadas e nem há fiscalização. Até quando vamos compactuar com essa situação?

Franco Di Giuseppe

* * * * *

As mensagens devem ser enviadas à Redação com identificação do autor, endereço e telefone. Em razão de espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados. O jornal se reserva, ainda, o direito de publicar ou não as colaborações.Rua Pedro Ivo, 459 - Centro • Curitiba, PR - CEP 80010-020 • Tel.: (41) 3321-5999 - Fax: (41) 3321-5472.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.