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Presidente do TSE

Após carta de Flávio, Nunes Marques diz que eleições ocorreram em “absoluta normalidade”

Após carta de Flávio, Nunes Marques diz que eleições ocorreram em "absoluta normalidade"
Em nota, o presidente do TSE afirmou que questionamentos apresentados dentro do devido processo legal serão analisados. (Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE)

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, afirmou, na noite desta quarta-feira (28), que as eleições ocorreram em “absoluta normalidade” e segurança. A manifestação foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), alegar, sem provas, que houve "fraude eleitoral".

“Com o empenho de servidores públicos de todo o país, dos mesários, das forças de segurança e dos demais atores envolvidos, as Eleições 2026 transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”, disse o ministro, em nota.

Sem citar a carta de Flávio, ele destacou “que todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos”. O segundo turno foi marcado por um impasse após relatos de que o transporte público teria sido reduzido em cidades como Salvador (BA) e São Paulo (SP).

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin ordenou que as seções eleitorais permanecessem abertas até às 19h em todo o país, duas horas a mais do que o previsto, atendendo a um pedido da coligação petista.

No entanto, a equipe de Flávio também havia solicitado a prorrogação da votação em locais afetados pelas fortes chuvas. Segundo o TSE, cerca de 34 mil votos foram registrados após as 17h no segundo turno.

“Mesmo diante da instabilidade na reta final de votação, graças às medidas adotadas e à competência dos técnicos do Tribunal, foi possível avançar com a apuração e entregar um pleito com segurança”, disse Nunes Marques na nota divulgada nesta noite.

O presidente da Corte reforçou o “compromisso de toda a Justiça Eleitoral com a vontade soberana do eleitorado, que foi às urnas e legitimamente escolheu seus representantes”, e enfatizou que as eleições foram as "mais inclusivas da história da República brasileira”.

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