Ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo foi condenado a 15 anos de prisão no processo do mensalão tucano.| Foto: Waldemir Barreto/Arquivo Agência Senado
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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (29) declarar a incompetência da Justiça de Minas Gerais para julgar o ex-governador Eduardo Azeredo no caso conhecido como "mensalão tucano". Pela decisão, o processo será remetido à Justiça Eleitoral, que deverá analisar se os atos processuais praticados pelo Tribunal de Justiça de Minas serão mantidos. Entre eles, a condenação de Azeredo a 20 anos de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, pena que acabou reduzida posteriormente para 15 anos e sete meses. 

Ex-presidente nacional do PSDB, Azeredo foi denunciado pelo envolvimento em um esquema de corrupção voltado para beneficiar sua campanha de reeleição ao governo mineiro em 1998. No recurso apresentado no STF, a defesa do ex-governador defendeu a incompetência absoluta da Justiça Estadual, que proferiu a sentença. Para os advogados, as acusações contra Azeredo deveriam ser enquadradas pelo Código Eleitoral, por tratar-se de supostos delitos para campanha, sendo objeto de análise pela Justiça Eleitoral. Com informações da Agência Brasil.

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