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O senador Eduardo Girão (Novo), candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema, acusou nesta segunda-feira (24) o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de ter uma “obsessão pela jogatina” e de ser um dos principais entusiastas da liberação dos jogos de azar no Brasil.
“Alcolumbre já fez várias tentativas para colocar [o projeto de liberação dos jogos de azar] em votação no plenário, mesmo com essa tragédia das bets… Alcolumbre é, sim, um dos grandes entusiastas dos jogos de azar no Brasil”, afirmou Girão, em entrevista ao portal Poder360.
O senador do Novo é um dos principais críticos do projeto de lei 2.234/2022, que prevê a liberação de cassinos físicos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalo no país.
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A proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em junho de 2024, por 14 votos a 12. Em dezembro de 2025, o plenário rejeitou, por 36 votos a 28, um requerimento de urgência para a votação do texto.
Girão volta a defender afastamento de Alcolumbre
Girão voltou a defender o afastamento do presidente do Senado do cargo, apontando que ele teria descumprido seus deveres institucionais ao não instalar a CPI do Banco Master, apesar de o requerimento apresentado ter reunido as assinaturas necessárias.
Em junho, o Partido Novo pediu o afastamento de Alcolumbre ao Conselho de Ética do Senado. “O Davi Alcolumbre não abriu o Conselho de Ética. Eu nunca vi isso na minha vida. Não existe Conselho de Ética no Senado”, afirmou.
O senador disse ainda que recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar forçar a abertura dos trabalhos do Conselho de Ética. A ação, segundo ele, está sem desfecho há cerca de dois meses e meio.
A Gazeta do Povo procurou a assessoria de Alcolumbre, mas ainda não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.




