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O homem mais poderoso do país
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Quem é o homem mais poderoso no Brasil hoje? Ninguém pensou em Jair Bolsonaro, tenho certeza. Sim, ele é o presidente eleito com quase 58 milhões de votos, e nosso presidencialismo concentra - ou concentrava - muito poder no chefe do Executivo. Mas todos já perceberam que isso ficou no passado. Agora temos os deuses supremos que mandam e desmandam.

Os principais suspeitos, portanto, são os nossos deuses do Olimpo, os onze ministros que, com medidas monocráticas, legislam, impedem legislação, governam, decidem tudo. Até abrem inquérito ilegal, perseguem críticos, prendem jornalistas e deputados. Sim, minha tese era a de que o Xerife Xerxes Xande (XXX) era o homem mais poderoso do Brasil.

Isso até ver a sessão da CPI circense desta terça. O que vi ali mudou minha opinião. Ficou claro que nem os ministros supremos podem contra ele. Quem é ele? Ora, o embaixador xing-ling, claro! Aquele que manda carta para deputados mandando não reconhecerem a democracia em Taiwan. Aquele que faz chantagem com vacina e, em vez de ser acusado de genocida, é louvado e bajulado por senadores da República!

As falas dos nossos senadores foram uma competição para avaliar quem conseguia puxar mais o saco do regime chinês. Em minha visão, a senadora Kátia Abreu levou o prêmio de "funcionária do mês", num monólogo constrangedor de que era preciso bajular mesmo a ditadura opressora.

Uma senadora tucana disse que devemos ter gratidão pela China. Gratidão pelo regime que causou a pandemia, seja por omissão e perseguição aos médicos e jornalistas que alertaram para o problema, seja por decisão deliberada como arma biológica? Síndrome de Estocolmo chegou a um novo patamar nessa CPI. A expressão terá de ser atualizada para Síndrome de Wuhan.

Ernesto Araújo foi alvo dos ataques chulos por simplesmente defender com clareza moral os valores da nossa civilização. Ele abriu sua fala com uma defesa clara e eloquente dos princípios estabelecidos na civilização ocidental. E foi isso que gerou um baita desconforto nos "democratas" defensores da ditadura comunista chinesa, responsável pelo extermínio de milhões de pessoas inocentes e que mantém campo de concentração até hoje.

A ala ideológica da imprensa quer ver Ernesto Araújo fritado pois miram em Filipe G. Martins e Eduardo Bolsonaro, e queriam que o chanceler fosse um capacho da ditadura comunista chinesa. Esses militantes comunistas não suportam quem não se mostra subserviente ao regime chinês.

Outro momento que a fala de ex-chanceler gerou reação em nossos senadores foi quando ele expôs os inúmeros erros da Orquestra Mundial do Socialismo, como passei a chamar a OMS para fugir de censura nas redes sociais. A OMS é o ícone da "ciência" para globalistas idiotas, que ignoram quem está no comando da entidade, um revolucionário marxista acusado de corrupção em seu país de origem, a Etiópia, e que virou um puxadinho do regime chinês.

A tática dos bajuladores do regime chinês é misturar povo e governo. Criticar o regime opressor chinês não é fazer uma declaração anti-chinesa. A confusão entre povo e governo ditatorial é abjeta, coisa do governador João Agripino Doria, vassalo do Partido Comunista Chinês. Eu condeno o governo chinês justamente porque sinto empatia pelo povo chinês, que merece liberdade e democracia, mas que hoje é refém de tiranos.

Até mesmo um dos "antas" percebeu o absurdo da situação, mesmo odiando Bolsonaro. Mario Sabino disse o óbvio: um regime que usa vacina como moeda de troca, como instrumento de chantagem, não merece apoio. Não é justo se vingar dos brasileiros por causa de seu presidente e suas falas.

Não sei o que o fez “romper” com a China, se a saída de Diogo Mainardi da TV Doria teve ligação ou não com essa mudança de postura, mas aplaudo o lapso de bom senso. Se um governo diz que não vai enviar vacinas porque nosso presidente o criticou, quem é o genocida nessa equação? Como podem senadores eleitos e jornalistas inverterem tanto assim os valores, o senso de prioridade? Jornalistas que não poderiam exercer sua profissão na China de hoje, vale notar. Imagina criticarem Xi Jinping como fazem com Bolsonaro: seriam executados no mesmo instante!

Mas, como o embaixador que representa essa ditadura sabe que tem muito capacho no Brasil, ele não se importa de publicar sua "paciência revolucionária", aderindo à máxima de que vingança é um prato que se come frio:

Coisas boas, no caso, significam a humilhação do ex-chanceler por seus "funcionários", nossos senadores. O próximo alvo é Filipe G. Martins, assessor da Presidência. E não por acaso vários parlamentares e jornalistas pedem sua cabeça, obedecendo o "chefe". Yang Wanming, que deixou um rastro de truculência em sua passagem "diplomática" pela Argentina, sabe que pode contar com muitos vassalos em nosso país. Seja por simpatia ideológica ao comunismo, seja por intere$$e$ obscuros, o fato é que esse é o homem mais poderoso no Brasil hoje.

Siga a mala de dinheiro. É o "pragmatismo" contra a "ala ideológica". E os "pragmáticos" não se importam se o Brasil virar uma província chinesa. Antiamericanos histéricos condenando posturas contrárias ao regime ditatorial chinês? Sim, é o que vemos. Como constatou Leandro Ruschel:

Militantes de redação atacam o regime militar brasileiro de meio século atrás, que matou 400 pessoas em 20 anos, a maioria guerrilheiros comunas, mas defendem ardorosamente a ditadura chinesa, que matou dezenas de milhões e mantém campos de concentração até HOJE!

Nunca foi sobre democracia...

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