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Renan Calheiros traça paralelo da gestão federal na pandemia com o nazismo
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A "capitã cloroquina" é assim chamada por quem politizou ao extremo um remédio, e luta para demonizar os milhares de médicos do mundo todo que defenderam algum tratamento imediato possível nessa pandemia. Tudo para atingir Bolsonaro.

A Dra. Mayra Pinheiro abriu sua fala na sessão da CPI circense se apresentando, e precisou de uns cinco minutos só para ler seu currículo. É quase o mesmo tempo que o relator Renan Calheiros precisaria para ler a quantidade de inquéritos em que é denunciado.

Essa tem sido a marca registrada dessa CPI até aqui: gente séria e trabalhadora sendo intimidada por vagabundos de olho nas eleições. Claro que não seria diferente com a presença da primeira especialista que, de fato, atuou no front do campo de batalha contra essa maldita doença.

A sessão está acontecendo neste momento, mas o começo já foi suficiente para embrulhar o estômago de todos. A máquina de triturar reputações foi ligada e vão tentar desqualificar a médica, o que era esperado. Mas o relator foi além: abriu sua fala mencionando o famoso julgamento de Nuremberg, contra nazistas!

O senador Fernando Bezerra se irritou e chamou de absurda a analogia, e Renan alegou que não fazia um paralelo direto. Logo depois, porém, ele fez exatamente isso. "Não podemos dizer que houve um genocídio, ainda, mas há semelhanças assustadoras", afirmou o relator.

A Folha de SP resolveu dar palanque para esse mesmo Renan Calheiros, que vem sendo tratado como alguém muito sério pela imprensa em geral. Ele usou o espaço para acusar o governo de "negacionista". Não bastasse o palanque da CPI circense, o jornal estende o tapete vermelho ao seu relator, o palhaço-mor. Ah é, a mídia em geral também é um circo!

Não há como concluir algo diferente: trata-se de um vagabundo mesmo esse senador lulista!

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