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Conselho de Direitos Humanos

À ONU, Damares destaca defesa do governo brasileiro a povos indígenas

  • Por Leonardo Desideri
  • Brasília
  • 22/02/2021 14:54
damares alves onu
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.| Foto: Reprodução/YouTube

Em discurso na abertura da 46ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (CDH-ONU), nesta segunda-feira (22), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, falou sobre as estratégias que o governo brasileiro tem adotado para resolver os desafios na área dos direitos humanos, em discurso gravado previamente.

Segundo Damares, os planos de contingência do governo foram estruturados em três eixos: saúde, proteção social e proteção econômica. As prioridades foram atender “as necessidades de idosos, pessoas em sua situação de rua, pessoas com deficiência, famílias em localidades urbanas vulneráveis, além dos povos e comunidades tradicionais”.

A ministra destacou que indígenas, quilombolas e outros povos isolados “foram beneficiados com mais de 700 mil cestas básicas para que se mantivessem em suas comunidades, longe de áreas de contaminação”. “Estamos cuidando não só da Amazônia, mas sobretudo do seu povo”, disse.

Damares citou ainda um dos carros-chefe de sua pasta, o programa Abrace o Marajó, afirmando que o governo vai investir mais de US$ 900 milhões até 2023. “O Abrace o Marajó é o nosso novo modelo de desenvolvimento sustentável da Amazônia, com ênfase na proteção da floresta e, principalmente, de quem vive nela.”

A ministra também falou sobre a defesa dos direitos das mulheres. “O governo brasileiro executou em 2020 o maior orçamento para a área dos últimos anos, com investimento cinco vezes maior que no ano de 2018”, afirmou. Damares abordou ainda as políticas para crianças e adolescentes, mencionando a equipagem de conselhos tutelares para combater a violência contra esse grupo etário, e sobre os programas de proteção aos idosos, ressaltando que o país garantiu “a vacinação prioritária da população idosa”.

A ministra concluiu o discurso dizendo que o Brasil “continua firme na defesa da democracia, da liberdade, da família e da vida a partir da concepção”.

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Comentários [ 2 ]

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  • S

    Sr. Walker

    ± 0 minutos

    Essa véia fuma uns baguios muito ruins pelo jeito.

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    • C

      Celito Medeiros

      ± 4 horas

      Existe um mal entendido sobre Demarcação de Reservas Florestais, Indígenas, Quilombolas e, antigos títulos expedidos pelos Estados e ainda não validados. Áreas Devolutas da União. Todos estes Brasileiros nunca dependeram de ajuda dos Governos e todos desejam as demarcações de suas áreas para posse definitiva, podendo fazer financiamentos. O INCRA vem tentando as Regulamentações, entra governo e sai governo, mas é preciso demarcar TUDO no Brasil inteiro, para não gerar conflitos. Com tecnologia hoje existente em aerofotogrametria, GPS, teodolitos agora distanciômetros, poderia ser realizado o dito projeto 1982 em menos de cinco anos, já era tempo!

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