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Ato contra estupro e machismo reúne manifestantes no centro de Curitiba

Manifestantes debateram o assunto, contaram suas experiências em relação a abusos, assédios e violência e também cobraram políticas públicas voltado às mulheres

  • PorDiego Antonelli
  • 05/06/2016 17:55
Cerca de 60 manifestantes  se reuniram na Praça Santos Andrade | Hugo Harada/Gazeta do Povo
Cerca de 60 manifestantes se reuniram na Praça Santos Andrade| Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Pelo fim da cultura do estupro e do machismo. Esse foi o mote de um ato público realizado na Praça Santos Andrade, na região central de Curitiba, neste domingo (5) à tarde. Cerca de 60 manifestantes – 10 eram homens – não se intimidaram com a chuva que cai na capital do estado e ocuparam as escadarias do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para debater o assunto, contar suas experiências em relação a abusos, assédios e violência e também cobrar políticas públicas para as mulheres.

Os manifestantes acenderam velas rosas para as mães de abusadores e mostraram diversos cartazes pelo fim do machismo e contra os assédios. O ato foi motivado pelo recente caso do estupro coletivo de uma jovem de 16 anos no Rio de Janeiro, que está sendo investigado pela polícia.

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Uma das integrantes do movimento, Mariane Siqueira, relata a importância de muitas mulheres jovens participarem do ato. “É preciso que a mulher ocupe o espaço público e faça sua voz ser ouvida pela sociedade”, ressalta.

Segundo a coordenadora do evento, Mônica Pereira, que é integrante do Movimento de Organização de Base (MOB), é necessário acabar com a ideia de que a mulher é culpada pelos atos de violência praticados contra ela. “Tem que acabar com essa cultura de que o ‘não’ da mulher pode ser um ‘sim’ ou um “talvez”. A mulher é estuprada no Brasil há séculos. Também precisamos lutar pela igualdade entre homens e mulheres. Hoje o salário dos dois que ocupem o mesmo cargo numa empresa ainda é diferente”, afirma.

Mônica destaca ainda que é preciso cobrar para que políticas públicas sejam implantadas. “É preciso representantes do feminismo nos governos”, ressalta. O ato começou perto das 15 horas deste domingo com previsão para terminar às 18h30.

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