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Depois do polêmico programa de trainees do Magazine Luiza, agora foi a vez da Ford Brasil adotar medida semelhante. A montadora está com processo seletivo aberto para estagiários e afirma que o objetivo é aumentar a diversidade e a inclusão na empresa. Ao contrário do Magalu, a seleção na Ford não será exclusiva para um determinado grupo. A empresa, porém, vai dar prioridade para as candidaturas de negros, mulheres, LGBTs, pessoas com deficiência e estudantes universitários de várias áreas com mais de 36 anos.

A Ford tem cinco grupos para discutir internamente temas relacionados à diversidade e os chama de “grupos de afinidade”. São eles: pessoas com deficiência, LGBTI+, gênero, raça e gerações. Eles foram criados em 2019 e “desenvolvem ações de educação e conscientização, revisam processos e políticas da empresa sob o olhar da inclusão e mapeiam o desenvolvimento das populações minorizadas dentro da Ford”.

A necessidade de promover bandeiras é algo cada vez mais presente nas empresas. O tema foi discutido em duas reportagens recentes da Gazeta do Povo: “Não é só no Magazine Luiza: lobby da diversidade invade empresas. E já tem reação 'antilacração'”, e “Justiça ou militância? Como os governos impõem a cultura da diversidade às empresas”.

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