Datas especiais jogam a nossa memória para os velhos tempos, principalmente para quem é velho como o degas aqui. Como uma coisa puxa outra, na hora de fazer esta página, começaram a aflorar lembranças de acontecimentos ocorridos há 70 anos, relativos a Páscoas e Semanas Santas de outras épocas.

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Festa na Igreja do Bom Jesus, em 1932.
Procissão de Filhas de Maria de 1953.
Missa campal na Praça Rui Barbosa, em 1922.
Lançamento da pedra fundamental da Igreja de Santa Terezinha, em 1937.
Capela do Alto de São Francisco, em 1912.
Procissão na Igreja das Mercês, em 1933.
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No meu tempo de coroinha na Igreja de Santa Terezinha, o pároco era o padre Jerônimo Mazarotto e havia uma piazada que disputava espaço para ajudar a rezar missas e novenas, sempre com alaridos que exigiam interferências do padre.

Nos dias festivos, a disputa era para quem soltava os foguetes ou tangia os sinos. Nas procissões da Quaresma, outro aparelho barulhento era o preferido dos coroinhas. Tratava-se da matraca, aparelho que substituía o som estridente das sinetas.

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Alguns cachorros acompanhavam os donos nas procissões e acabavam se perdendo. Por tal razão, havia um ditado na época: mais perdido que cachorro em procissão!

Aqui estão algumas recordações de fatos que não mais se repetem. Coisas que ficaram na recordação deste antigo sacristão. Ilustramos a Nostalgia deste domingo com imagens de acontecimentos em torno de fatos católicos.

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