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Curitiba

Com quatro anos de atraso, obras do Anel Viário devem sair do papel

Projeto prevê a revitalização de 25 quilômetros de asfalto, 50 quilômetro de calçadas e alargamento das ruas para desafogar o trânsito no Centro da cidade

Veja que o início do Anel Viário estava previsto para 2006 |
Veja que o início do Anel Viário estava previsto para 2006 (Foto: )

O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, e o governador do Paraná, Orlando Pessuti, assinaram na tarde desta sexta-feira (20) o edital de licitação para as obras do Anel Viário de Curitiba. As obras serão feitas com recursos da Prefeitura de Curitiba e financiamento do Fundo do Desenvolvimento Urbano (FDU), com um custo total de R$ 26,8 milhões. O projeto de 2006 não saiu do papel após divergências políticas entre o ex-governador Roberto Requião e o ex-prefeito Beto Richa.

O projeto do Anel Viário prevê a revitalização de 25 quilômetros de asfalto, 50 quilômetros de calçadas e alargamento das ruas que formam o anel ao redor do Centro de Curitiba. O objetivo principal da obra é diminuir a quantidade de veículos que passam pela região central da cidade melhorando a mobilidade urbana.

As obras deveriam ter começado em 2006, mas atritos políticos entre Roberto Requião e Beto Richa, na época governador do Paraná e prefeito de Curitiba respectivamente, impediram que o projeto saísse do papel. Divergências nas alianças políticas teriam feito com que o governo estadual não liberasse as verbas prometidas para o projeto.

Na cerimônia realizada nesta sexta-feira, Ducci e Pessuti garantiram que possuem uma boa relação e informaram que novas obras realizadas com recursos municipais e estaduais deverão ser apresentadas até a metade de setembro. Para o Anel Viário, R$ 18,6 milhões serão investidos pelo governo estadual pelo FDU. A Prefeitura de Curitiba será responsável pelo financiamento dos R$ 8,2 milhões restantes.

O Anel Viário é formado basicamente por binários que passam por oito bairros (Rebouças, Alto da XV, Alto da Glória, Centro Cívico, Bom Retiro, Mercês, Batel e Água Verde). As principais ruas que passarão por obras são a Desembargador Mota e a Brigadeiro Franco, no Batel, a Brasílio Itiberê e a Engenheiros Rebouças, no Rebouças, a Lysimaco Ferreira da Costa e a Teffé com Roberto Barrozo, no Centro Cívico, e a Ubaldino do Amaral e a Sete de Abril, no Alto da XV.

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