A diretora da Escola Especial Santa Gema Galgani, Rita Aparecida da Silva, informou que a instituição dispõe de sete veículos coletivos: duas Kombis próprias, quatro vans terceirizadas três Kombis e uma de outro modelo e o maior deles, o velho microônibus, cedido pela prefeitura.
"No caso do microônibus, é um veículo que trabalha o dia todo, e o combinado com as famílias e com o motorista é que, em qualquer situação que indique falta de segurança algum barulho, algum sintoma mecânico o motorista pára o veículo e me comunica para acionar o mecânico. Se precisar, fica parado por quanto tempo for necessário", afirma Rita. Como efeito colateral, as crianças não vão à escola.
Avanços
Rita confirma que a educação especial "ainda precisa de muita coisa", mas ressalta os avanços que a escola teve nos últimos anos. "Temos buscado parcerias e reivindicado avanços, mas também preciso reconhecer o que temos", disse. De acordo com ela, a escola atende hoje em um "espaço estrangulado" 200 alunos de todas as idades, mas há outros 300 da região na lista de espera. A diretora prefere destacar, no entanto, que as parcerias com o estado e com a prefeitura melhoraram as condições de atendimento e ampliaram o número de funcionários de 9 para 21 na última gestão.



