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Disparidade

RMC é referência

O transporte público para portadores de deficiência na região metropolitana de Curitiba está na vanguarda e serve de exemplo para outras cidades, segundo o presidente da Associação de Deficientes Físicos do Paraná, Mauro Nardini. Ele admite que o município de Curitiba é mais avançado em função do Sistema Integrado para Transporte Especial (Sites), que atende apenas os portadores da capital, mas afirmou que enxerga tratamento igual da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) a todas as empresas que realizam transporte urbano nos municípios vizinhos.

A partir da nova lei do governo federal aprovada em 2004, a renovação da frota pública em todo o território nacional tem de ser feita com veículos apropriados para o transporte de deficientes. O prazo final para a adequação da frota é 2014. De acordo com ele, hoje Curitiba já tem 65% da frota dentro da lei. "Claro que não é o ideal, mas é um bom número, especialmente frente às outras capitais. Há três anos, um deficiente na frente da associação esperava pelo menos 45 minutos até chegar um ônibus adaptado. Hoje ele espera entre 20 e 25 minutos, e já há uma maior variedade de linhas."

O próximo desafio da associação é incluir o Projeto Atende Curitiba na licitação do transporte público da capital, que deve ser lançada até o fim de 2008. Trata-se de um complemento ao serviço do Sites, em que vans adaptadas atenderão cidadãos com deficiências graves com trajetos porta-a-porta até os terminais de ônibus. Segundo Mauro, cidades como São Paulo, Maringá e Joinville já têm serviços gratuitos semelhantes.

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