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Estagnação

Queda da população põe futuro em xeque

  • Diego Antonelli e Fabiula Wurmeister, da sucursal de Foz do Iguaçu
 
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A perda de população gera preocupação com o futuro das cidades criadas recentemente no Paraná, aponta o professor de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Adilar Antônio Cigolini, estudioso do tema. “Os números mostram que a população desses municípios opta por se mudar para cidades que oferecem melhores condições de vida.”

Para Cigolini, o governo federal deveria criar um mecanismo diferente para os municípios menores. Segundo ele, o ideal seria existirem conselhos autônomos que pudessem decidir as necessidades de investimento dessas localidades sem a necessidade de haver uma prefeitura.

O professor aponta que a dependência de verbas federais para manter essas cidades dificulta qualquer investimento. “Não há como os gestores públicos realizarem um planejamento, porque essa quantia pode variar ano após ano. Impostos, como o IPTU, são poucos, pois o grau de urbanização dessas cidades é baixo”, diz. “Além disso, essas cidades não oferecem condições estruturais para atrair grandes empresas, o que geraria mais arrecadação para o município.”

Um dos aspectos positivos da emancipação, aponta, é uma possível autonomia dessas localidades, pelo fato de existir um poder público próximo para atender determinada área.

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