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Estudantes de universidades públicas baianas sofrem com greves e paralisações

A situação é mais grave nas quatro universidades estaduais, que enfrentam greve por tempo indeterminado de professores

    • Estadão Conteúdo
    • 15/05/2015 20:19

    Greves e paralisações de funcionários nas universidades estaduais e federais na Bahia atrapalham o cotidiano de alunos e professores nos maiores centros de ensino superior do Estado.

    A situação é mais grave nas quatro universidades estaduais - da Bahia (Uneb), de Feira de Santana (Uefs), de Santa Cruz (Uesc) e do Sudoeste da Bahia (Uesb) - que enfrentam greve por tempo indeterminado de professores desde a terça-feira (12) e deixam cerca de 40 mil estudantes sem aulas.

    Segundo o diretor do Fórum das Associações Docentes das Universidades Estaduais da Bahia, Abraão Felix da Penha, a paralisação tem como objetivo pressionar o governo a aumentar o repasse do que é recolhido por meio de impostos para as instituições. “O aumento de 5% para 7% da receita líquida para as universidades é nossa maior reivindicação”, afirma. Os docentes também pedem melhorias na carreira, como a adoção de um plano de cargos e salários.

    O governo informa que algumas das reivindicações dos grevistas, como progressões de carreira que estavam sob análise e contratação de professores substitutos, estão sendo atendidas ainda este mês e que o orçamento anual das instituições tem aumento previsto de 10,3% este ano, na comparação com o ano passado.

    Entre as universidades federais, a Federal da Bahia (Ufba) enfrenta, também desde a terça-feira, paralisação de parte de seus funcionários terceirizados. A paralisação, que afeta os setores de limpeza, de administração e de portaria de algumas faculdades, é causada pela falta de pagamentos dos salários aos funcionários da Líder Recursos Humanos, uma das 20 empresas contratadas pela instituição, desde fevereiro.

    A empresa ainda não comentou os atrasos, mas a Ufba informou, em nota, que “reconhece as dificuldades pelas quais passam os terceirizados” e que “vem empreendendo esforços junto ao Ministério da Educação para que a situação se normalize”.

    De acordo com a reitoria da universidade, o cronograma de aulas segue sendo cumprido, mas há recomendação oficial para que os professores e diretores das faculdades sejam flexíveis com relação a frequência nas aulas e a horários de chegada e saída de estudantes. Além disso, algumas atividades extracurriculares estão sendo canceladas.

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