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Alexandre Padilha
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha| Foto: Valter Campanato / Agência Brasil.

Em vídeo publicado nas redes sociais, nesta sexta-feira (23), o ministro de Relações Institucionais do presidente Lula (PT), Alexandre Padilha, minimizou as denúncias de exploração sexual de crianças e tráfico de pessoas menores de idade na Ilha do Marajó, no Pará.

Além disso, o ministro citou “suspeitas” de mau uso de recursos por parte do Ministério dos Direitos Humanos na gestão Bolsonaro, quando a pasta era comandada pela atual senadora, Damares Alves (Republicanos-DF).

As denúncias ganharam contorno nacional pela primeira vez em outubro de 2022, quando Damares falou publicamente sobre o tema. Esta semana, o assunto voltou ao noticiário por conta da repercussão de uma música da cantora Aymeê intitulada “Evangelho de fariseus”.

Na época em que fez as denúncias, Damares foi alvo de ataques de políticos e artistas que tentaram descredibilizar as denúncias.

“Tem uma ministra do Bolsonaro que hoje, inclusive, é senadora, que no seu Ministério inventou vários programas, falou de vários programas, usou muito dinheiro, inclusive, com suspeitas do uso desses recursos, e que hoje vem falar sobre o Marajó”, disse Padilha ao pedir que “influenciadores” pesquisem sobre programas criados no governo Lula para atender a população do Marajó que, segundo o ministro, foi usada “de forma utilitarista” no governo Bolsonaro.

“Tem muitos problemas graves de exclusão, de falta de direitos, de dificuldade de acesso ao território, de projeto de desenvolvimento, mas muito potencial e muita coisa sendo bem feita ouvindo a população e não ouvindo gente de longe que muitas vezes só está preocupada em angariar recursos sabe lá para que fazer na região do Marajó”, completou o ministro ao chamar de “preconceituosos” todos que endossam as denúncias feitas pela senadora Damares.

Para Padilha, muitas das denúncias são baseadas em “vídeos suspeitos” com imagens de outros lugares para “tentar vender uma ideia” sobre a região do Marajó.

Como noticiado pela Gazeta do Povo, os casos de prostituição e pedofilia no Marajó são investigados desde 2006.

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