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Maringá

Rochas são dinamitadas para produção de pedras britadas

Implosão de rochas da Pedreira Municipal de Maringá vai produzir 20 mil metros cúbicos de pedras britadas que serão usados para fazer asfalto e artefatos de concreto

  • PorJornal de Maringá
  • 20/10/2009 14:34
Foram usados 7.750 quilos de dinamite para implodir rochas da Pedreira Municipal | André Renato/PMM
Foram usados 7.750 quilos de dinamite para implodir rochas da Pedreira Municipal| Foto: André Renato/PMM
  • Pedras retiradas da implosão serão usadas na recuperação de asfalto e na produção de artefatos de concreto

Técnicos e engenheiros da Secretaria Municipal dos Serviços Públicos (Semusp) dinamitaram rochas na Pedreira Municipal de Maringá para produção de pedras-brita. A detonação de 7.750 quilos de dinamite foi feita na tarde desta terça-feira (20). Cálculos da Semusp estimam que foram retiradas cerca de 20 mil metros cúbicos de pedras prontas para serem transformadas em britas. A área dinamitada corresponde a 104 metros de comprimento por 10 metros de largura e 19 metros de profundidade.

De acordo com o secretário Vagner Mussio, parte do material retirado será utilizado na recuperação da malha asfáltica por um preço mais baixo em comparação ao valor cobrado por empresas terceirizadas. A quantidade retirada deve atender a demanda da cidade por até dois anos. As britas também serão utilizadas na fabricação de tubulações, tampas de fossa e bocas-de-lobo, grelhas para drenagem, tachões para sinalização viária, palanques de concreto para alambrado, canaletas de rodovias e outros artefatos de concreto utilizados em serviços de manutenção da cidade.

Aumento de produção

Mussio explicou que o complexo produtivo da pedreira ficou estagnado durante o período de 2001 a 2004. "A retirada de pedras e a fabricação de artefatos de concreto só voltaram a ser feitas a partir do final de 2005, quando voltamos a produzir materiais necessários para a execução de obras no município",disse.

De acordo com a prefeitura, a Pedreira Municipal teve seu processo de exploração iniciado há 50 anos e toda a área de lavra hoje é liberada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DMPM).

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