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Em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, nesta quinta-feira (22), a médica pneumologista Neiva Damasceno, que cuidava do adolescente Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, portador de fibrose cística, negou que a doença e os medicamentos que o garoto tomava provocassem alterações no comportamento dele. Marcelo é o principal suspeito, segundo a policia, de matar os pais, a avó e a tia-avó e depois se suicidar dentro da casa da família, na Vila Brasilândia, Zona Norte da capital paulista. A fibrose cística é uma doença crônica que afeta o funcionamento dos pulmões e de outros órgãos do corpo.

"Os medicamentos não causavam nenhuma alteração no comportamento. A doença, tampouco." Neiva seria ouvida na terça-feira, mas pediu para remarcar o depoimento por problemas pessoais. Marcelo havia feito uma consulta com a médica 15 dias antes do crime acontecer.

Mais de 30 pessoas já foram ouvidas no inquérito que apura as mortes. Algumas delas, colegas de Marcelo, disseram à polícia que ele planejava matar os pais. Outras pessoas devem ser ouvidas até a conclusão do inquérito, que só deve acontecer após a chegada de laudos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML).

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