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Ponta Grossa

MST e fazendeiros reforçam expectativa de conflito

Grupos estão acampados a menos de 150 metros. Embrapa e tenente-coronel reformado disputam a posse da terra

  • PorFelippe Aníbal, com informações de Maria Gisele da Silva
  • 08/02/2010 16:40

Desde sábado (6), uma área de 35 mil alqueires localizada em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, tem sido motivo de disputa entre integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o tenente-coronel da reserva Valdir Copetti Neves. A área foi ocupada pelos sem-terra, mas nesta segunda-feira (8), o ex-policial recebeu o apoio de outros fazendeiros da região e da União Democrática Ruralista (UDR), que chegaram na propriedade.

Na fazenda, chamada de São Francisco II, a expectativa é de conflito. Acampados em cinco barracas de lona, cerca de 200 militantes do MST permanecem no local. A menos de 150 metros, Copetti Neves também armou uma barraca, onde permanece, acompanhado de outros ruralistas. "Eu só saio daqui quando o MST sair da minha propriedade", disse o fazendeiro. Uma viatura da Polícia Militar se posicionou entre os dois pólos para garantir a segurança no local, 24 horas por dia.

A São Francisco II está arrendada a diversos produtores rurais, que, atualmente, cultivam soja, milho e feijão. Também pode haver conflito entre os militantes do MST e um arrendatário, porque os sem-terra estão acampados próximo a uma área de plantio de soja, que, segundo o produtor, precisará receber veneno contra ferrugem em, no máximo, dez dias. Os manifestantes garantem que não vai deixar o acampamento, enquanto o ruralista rebate que não pode deixar a lavoura sem o defensivo agrícola, sob pena de perder a plantação.

A terra

Esta é a quarta vez que a São Francisco II é ocupada por integrantes do MST. Os militantes apontam que a área pertencem à Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). Copetti Neves, por sua vez, garante que teria adquirido a terra em 1999 e que teria documentos que o comprovam. Ele entrou com pedido de reintegração de posse.

Na outra ponta, a Embrapa reivindica a posse da área, que estaria cedida para uso do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Segundo seu advogado, no entanto, a Embrapa não vai admitir ser "usada" pelo MST nem vai abrir mão da terra, já que tem planos para sua exploração.

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