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Guilhermina Guinle no papel da socialite Alice, em "Paraíso Tropical" | Reprodução www.globo.com/paraisotropical
Guilhermina Guinle no papel da socialite Alice, em "Paraíso Tropical"| Foto: Reprodução www.globo.com/paraisotropical

Um batalhão de 200 policiais militares foi convocado para revistar alunos nesta segunda-feira (5) em colégios estaduais de Londrina, no Norte do Paraná. A operação foi solicitada pelo Núcleo Regional de Ensino, pelos diretores das escolas e dos pais dos estudantes. O objetivo é acabar com o tráfico e consumo de drogas entre os alunos. A revista começou no Colégio Vicente Rijo, no Centro, o maior da cidade.

Como mostra uma reportagem do ParanáTV, eles chegaram no meio da manhã e ocuparam várias salas ao mesmo tempo, surpreendendo os estudantes. As aulas foram suspensas para que os alunos fossem revistados. Eles receberam uma orientação, tiveram que colocar os materiais sobre a carteira e as bolsas foram abertas para a procura de armas e drogas.

A medida foi aprovada em assembléia realizada em fevereiro, por professores e pais de alunos, e obteve autorização da Justiça. Mas nem mesmo a diretora da escola, Gleisi Mari Hore, sabia o dia da revista. O Vicente Rijo possui cerca de quatro mil alunos divididos em 38 turmas, dos quais 1.680 estudam de manhã.

"A revista só acontece porque tem os três quesitos necessários: autorização da escola, dos pais e da Justiça", explicou o coordenador estadual da Patrulha Escolar, major Loemir Mattos de Souza. Neste ano, foram realizadas outras 67 operações deste tipo em Londrina, mas, a desta segunda-feira, foi a maior. "O tráfico é um problema nas escolas, mas não é o mais grave. Brigas e furtos são mais freqüentes", disse o major.

Os materiais não-didáticos foram apreendidos e encaminhados para a direção da escola: cigarros, corrente, baralho, cachimbo, tesoura com ponta e um soco inglês, que havia sido dispensado pela janela quando o efetivo chegou à escola. Não houve apreensão de armas de fogo e nem drogas ilícitas.

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