O Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) da Polícia Civil ainda não abriu inquérito para apurar o agenciamento de serviços funerários no IML de Curitiba. Segundo matéria publicada no último domingo na agência de notícias do governo do estado, um inquérito seria aberto no dia seguinte, com base em uma denúncia anônima feita à Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). No texto, a Sesp informou que dois funcionários do IML foram afastados na sexta-feira, sob suspeita de intermediar serviços funerários. Na segunda-feira, a Gazeta do Povo publicou reportagem que confirmou o agenciamento, feito por um funcionário do IML, que indicou uma pessoa ligada a uma funerária da capital.
A Gazeta do Povo apurou ontem que os dois afastados são policiais militares. O interventor do IML, coronel Almir Porcides, não confirmou a informação. "Não posso dizer, é questão de investigação. São servidores e não estão trabalhando em lugar nenhum", afirmou. Porcides disse desconhecer a existência de denúncia anônima sobre o agenciamento.







