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Professor aponta castração e guarda responsável como principal política de controle populacional de animais

O professor e médico veterinário José Ademar Villanova Junior, da PUCPR, especialista em bioética, conversou com os leitores da Gazeta do Povo sobre políticas voltadas a cães e gatos de rua

  • PorEllen Miecoanski
  • 26/11/2012 07:46
Chat sobre políticas de controle de animais de rua | Gladson Angeli/Gazeta do Povo
Chat sobre políticas de controle de animais de rua| Foto: Gladson Angeli/Gazeta do Povo

Para o professor e médico veterinário José Ademar Villanova Júnior, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a castração aliada a campanhas de conscientização sobre a guarda responsável de animais é a melhor solução para a situação de cães e gatos de rua. A eutanásia, segundo ele, deve ser aplicada em casos específicos e não serve para o controle populacional.

O professor é também especialista em bioética e participou na tarde desta terça-feira (27) de um debate on-line em que respondeu perguntas dos leitores e da redação sobre políticas de controle da população de animais de rua. A necessidade de se fazer esse controle, segundo Villanova Júnior, se deve a dois principais riscos: o de transmissão de doenças aos seres humanos e de acidentes de trânsito envolvendo os bichos. "Eles podem sofrer muito com isso, geralmente acabam em amputação, fratura de coluna. Isso quando sobrevivem. Então o controle é necessário para evitar esses problemas."

E não apenas os cães e gatos sem donos são um problema para o poder público. Os semidomiciliados, que possuem um dono e lugar para dormir e se alimentar, mas que passam grande parte do dia nas ruas, formam o maior número de atendimentos nos hospitais veterinários por fraturas, além de oferecerem perigo a vizinhos e pedestres. Tanto para esses casos quanto para o abandono de animais, o médico veterinário afirma que as ações devem se concentrar na guarda responsável. "É instruir as pessoas de que são elas que respondem pelo seu animal dentro e fora de casa, pelo cuidados alimentares, abrigo, saúde e pelo que esse cão ou gato vierem a fazer na rua", diz.

Já a eutanásia, segundo o professor, não é a melhor solução ou prática a ser adotada. Ele esclarece que existem casos em que a legislação permite, quando o organismo do animal não responde a nenhum tratamento e a manutenção dessa vida só trará sofrimento para o próprio animal.

Na última quarta-feira, a Assembleia aprovou o projeto do deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB) do controle ético da população de cães e gatos no Paraná, vedando a proposta do deputado César Silvestri (PPS) que previa a eutanásia.

Atendimento

O Hospital Veterinário da PUCPR, que fica no campus de São José dos Pinhais, na BR-376, km 14, atende animais doentes. Os donos devem levar seus bichos das 8 horas às 11h30 e das 14 horas às 17h30. Não há agendamento para primeira consulta, e o atendimento é feito de acordo com senhas distribuídas às 7h30 e 13h30.

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