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Memória

Um museu a céu aberto

  • Porhistoria@gazetadopovo.com.br
  • 14/05/2010 21:09
Vila holandesa vai reproduzir o modo de vida dos imigrantes | Henry Milleo/Gazeta do Povo
Vila holandesa vai reproduzir o modo de vida dos imigrantes| Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo

Para comemorar os 100 anos da chegada dos imigrantes, em 1911, a cidade está montando um museu sobre a história da imigração. O Parque Histórico de Carambeí será o maior museu a céu aberto do mundo. Em um terreno de 100 mil metros quadrados será construída uma réplica da vila de Carambeí em seus primeiros anos, com estação ferroviária, igreja, praça e casas, ao lado da Casa da Memória, erguida em 1946. O local terá função turística e educativa. Dentro do parque estará também a Engenharia das Águas, uma mini-Holanda, que dará a ideia de como os holandeses conseguiram conviver em um território abaixo do nível do mar, construindo moinhos para puxar a água e jogá-la para trás dos diques de proteção. Para o parque, serão trazidos barcos, pontes e eclusas direto da Holanda.

Para ficar totalmente pronto, o Parque Histórico de Carambeí precisa captar R$ 10 milhões em recursos, sendo R$ 7 milhões para obras e outros R$ 3 milhões para projetos culturais. Seis livros serão lançados para comemorar o centenário, segundo o diretor da Editora Todapalavra, Niltonci Batista Chaves. Conforme explica o curador do Parque, Gulherme Klopffleisch, empresas poderão ter espaços exclusivos no local, via investimentos diretos ou Lei Rouanet. "Este parque vai fazer a diferença, trazendo infraestrutura turística e investimentos para a cidade, de forma permanente. É um marketing de desenvolvimento social e cultural. Esse é o grande diferencial", sustenta Klopffleisch. No projeto ainda está a Escola de Águas – espaço educativo sobre a importância do recurso –, um parque de exposições e também o Centro Cultural Amsterdã.

Para Franke Dijkstra, presidente da Associação Parque Histórico de Carambeí, o parque é importante para que as novas e futuras gerações tenham a noção exata das dificuldades dos pioneiros. "Eu peguei a fase em que tudo era rústico, até os implementos agrícolas, chegando aos aparelhos guiados por satélite. Quem não viu como era antes, tem de entender a lógica de tudo, os princípios básicos das máquinas de hoje", considera.

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