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Região Central

Vigilância Sanitária apreende 400 receitas falsas de remédios controlados

Apreensão ocorreu em um hospital de Guarapuava. De acordo com diretor de Regional de Saúde, ainda não se sabe se houve má-fé do hospital ou da gráfica onde estavam documentos falsos

  • PorGazeta do Povo
  • 06/09/2012 17:06

Serviço

As farmácias e drogarias que suspeitarem de irregularidades em qualquer tipo de receita devem entrar em contato com a Ouvidoria do SUS no Paraná. O telefone é 0800-644-4414.

A Vigilância Sanitária do Paraná apreendeu nesta quinta-feira (6) 400 receitas falsas de medicamentos controlados em um hospital de Guarapuava, região central do Paraná. O documento é obrigatório para a liberação de remédios de tarja preta e a emissão é exclusiva do governo.

A Notificação de Receita A – Amarela (NRA) é preenchida pelo médico, juntamente com uma receita simples, quando ele prescreve um medicamento controlado. A receita comum fica com o paciente e a NRA é retida na farmácia para controle.

As NRAs originais têm codificação sequencial, controlada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), e envolve letras e números superiores a 100 mil. As falsas vão de 1 a 500.

De acordo com texto publicado na agência de notícias do governo estadual, a gráfica que produziu os documentos falsos informou que a emissão ocorreu em 2010 e que foram 500 unidades. Segundo o texto, o hospital não soube precisar o destino das 100 receitas que não foram encontradas, por isso a Secretaria de Saúde alerta farmácias e pacientes da região central sobre a circulação desses documentos.

O caso será investigado pela Delegacia de Guarapuava. Segundo o diretor da 5.ª Regional de Saúde, Vinicius Traiano, "ainda não há como saber se houve má-fé do hospital ou da gráfica onde foram encontrados os blocos do documento falso", diz o texto publicado na agência do governo.

O controle rígido desses medicamentos é feito em razão do alto índice de dependência física e psíquica dessas substâncias, segundo a Secretaria de Estado da Saúde. O comércio irregular de remédios controlados pode ser configurado como tráfico de drogas, além da infração sanitária.

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