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Almirante Tamandaré

Casa do delegado e deputado Fernando Francischini é assaltada

Crime foi por volta das 20h30 desta quarta-feira (11), na Vila Tanguá . Ninguém ficou ferido

Quatro suspeitos invadiram e assaltaram, na noite desta quarta-feira (11), a casa do deputado federal Fernando Francischini (SD-PR), que também é delegado da Polícia Federal. O crime ocorreu por volta das 20h30, em um condomínio localizado na Rua Alberto Krause, na Vila Tanguá, em Almirante Tamandaré. Ninguém ficou ferido.

O deputado mora em um condomínio fechado e os assaltantes tiveram acesso ao local ao pularem o muro do condomínio, segundo o delegado-chefe do Cope (Centro de Operações Policiais Especiais), Luiz Alberto Cartaxo. Os suspeitos, que estavam mascarados, fizeram um buraco no muro do condomínio. "Eles usaram uma escada para pular o muro e tiveram acesso à casa do deputado por uma obra de dentro do condomínio", explica.

Os suspeitos amarraram a esposa, os dois filhos de Francischini e a babá das crianças. A princípio, os criminosos sabiam que a residência era do deputado, porque teriam perguntado onde ele estava e que horas iria chegar, segundo a assessoria de imprensa do deputado. De acordo com Cartaxo, a ação foi rápida e os quatro homens foram em busca de dinheiro que estava no cofre da residência e outros pertences pessoais.

Foram levados objetos dos moradores da casa, pequena quantia em dinheiro (de valor não repassado), joias, relógios, pelo menos duas armas, sendo uma de cano curto e outra de cano longo, além do carro da família, da marca Hyundai. As armas, conforme ressaltou a assessoria de imprensa do deputado, estavam devidamente registradas.

Buscas

De acordo com o Cope, o veículo foi localizado por volta das 8h30, em Almirante Tamandaré, nas proximidades da residência do deputado. O endereço exato onde estava o veículo não foi informado.

Após deixarem a residência, os autores do crime fugiram e, até pouco antes das 16 horas desta quinta-feira (12), não haviam sido localizados. Nenhum pertence levado com eles foi recuperado.

Na hora do crime, Francischini estava em Brasília. Segundo a assessoria de imprensa do deputado, ele veio ainda na noite de quarta-feira a Curitiba, logo após saber da ocorrência. A pedido da Polícia Civil, por enquanto, o deputado não vai se pronunciar para não atrapalhar as investigações. As vítimas passam bem.

Investigação

Cartaxo informou que os policiais do Cope estão em campo para colher informações que possam levar aos suspeitos, mas não passou detalhes sobre pessoas ouvidas para não atrapalhar nas investigações. Além do Cope, a Polícia Federal dá apoio aos policiais civis no levantamento de dados. Alguns peritos da PF, segundo Cartaxo, foram fornecidos pela corporação no intuito de auxiliar nos trabalhos.

Segundo a PF, caso seja solicitado algum apoio, a equipe do Cope poderá contar com o auxílio nos trabalhos. A Polícia Militar também trabalha junto com a PF e a Polícia Civil. Cartaxo também não informou quantos policiais participam da investigação.

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