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A revista americana "The New Yorker" traz na edição desta semana uma reportagem sobre a presidente Dilma Rousseff em que traça o perfil da primeira mulher eleita para o mais alto cargo do Executivo no Brasil. O autor da reportagem relembra a atuação de Dilma contra a ditadura, informando que ela foi presa e torturada durante o regime militar.

O Brasil é governado por ex-revolucionários sem remorso, muitos dos quais, incluindo a presidente, foram presos por anos por serem terroristas", diz o texto.

Ao falar da gestão da presidente, a quem elogiam dizendo ter "uma presença forte", a revista destaca os escândalos, mas não mira na presidente: "Ninguém acredita que Dilma é corrupta, mas ela trabalhou por anos com algumas das pessoas que se demitiram", diz a reportagem.

Entre frases que destacam o crescimento da economia brasileira, a publicação diz que 28 milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza na última década e que o país tem um orçamento equilibrado, dívida e inflação baixas e atinge quase o pleno emprego. Mas também fala de aspectos negativos.

"O governo central é muito mais poderoso que nos Estados Unidos. Também é muito mais corrupto", afirma a revista, dizendo que o Brasil é "caoticamente democrático e tem uma imprensa livre".

"A criminalidade é alta, as escolas são fracas e as estradas são ruins", completa.

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