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Wilson Witzel e Jair Bolsonaro
Wilson Witzel e Jair Bolsonaro| Foto: Marcos Corrêa/PR

Uma desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia, o mesmo que pretendia adiantar pagamento do 13º salário e do proporcional de férias para juízos do Tribunal de Justiça da Bahia, foi denunciada pelo MPF por suspeita de grilagem.

A Lava Jato não parou

Um dos ex-gerentes do Banco do Brasil e dois doleiros viraram réus na 66º fase da operação Lava Jato por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e gestão fraudulenta.

Segundo o Ministério Público os crimes foram cometidos entre 2011 e 2014. A Polícia Federal acusa o ex-gerente de esconder a movimentação financeira feita pelos dois doleiros do Coaf.

A vida boa do bombeiro acusado no caso Marielle

Que vida boa tinha esse bombeiro, do Rio de Janeiro, que foi acusado na Operação Submersus 2 de possível obstrução de justiça no caso Marielle Franco. Ele tem uma BMW X6 e uma casa com três andares com piscina.

O delegado chefe da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro declarou que a Polícia Civil está convencida de que não há envolvimento da família Bolsonaro no assassinato da vereadora. Essa afirmação coloca uma pá de cal em um dos frontes de tentativa de enfraquecer o governo.

Veja Também:

Fraude com respiradores no Pará

O governador Helder Barbalho foi alvo de busca e apreensão na quarta-feira (10) pela Polícia Federal. Ele e o secretário de Saúde são suspeitos de fraudar a compra de respiradores para o estado.

Foram encontrados R$ 708 mil na casa do secretário-adjunto de gestão administrativa da secretaria de Saúde. Ele não deve acreditar em banco.

Witzel vai ter de esquecer Bolsonaro

Agora, Wilson Witzel estará ocupado tentando se defender das acusações feitas contra ele, e não mais em atacar o presidente Bolsonaro. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro abriu um processo de impeachment contra o governador.

As contas de Witzel não foram aprovadas pelo tribunal de Contas, além disso, ele ainda foi citado em uma operação da Polícia Federal que investiga desvio de verba público que era para ser usado no combate ao coronavírus.

Rachadinha em Brasília

A Procuradoria-Geral da República denunciou a deputada federal, do Piauí, Iracema Portella (Progressistas) por estar envolvida em um esquema de rachadinha dentro da Câmara dos Deputados.

Um dos funcionários de um deputado distrital disse que ficava com R$ 4 mil do próprio salário e repassava o restante para o gabinete da deputada federal. Mas isso não é nada, rachadinha de verdade era o que faziam com os médicos cubanos, ele recebia R$ 3 mil e a gente pagava R$ 11 mil o restante ia para a educação em Cuba.

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