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A revista Época desta semana traz uma bela reportagem sobre educação. Mostra o caso de professores que tiraram dez na prova de seleção aplicada pelo estado de São Paulo – e mesmo assim não vão poder dar aulas.

Enquanto isso, há professores que não tiraram nem a média cinco na prova e darão aulas. Pobres alunos.

E por quê isso? Porque, segundo a revista, o sindicato dos professores de São Paulo entrou com uma ação judicial para impédir a contratação por mérito. Pediram a contratação por tempo de serviço…

Ou seja. Esqueçam as criancinhas que precisam aprender. Esqueçam que a educação é o melhor caminho para tirar o país do buraco.

O que vale mesmo é o corporativismo que garante o emprego de professores mal preparados para exercer a sua função.

Ok: o governo deveria, antes de mais nada, deixar de fazer concursos para contratar temporários e preencher as vagas como se deve.

Mas trocar dez por meia dúzia (ou nem isso, menos do que cinco) é torcer para que as coisas vão mal.

Vale a leitura.

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