i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?

De Brasília

Foto de perfil de De Brasília
Ver perfil

Unanimidade rara: Alvaro, Gleisi e Requião votam contra reforma trabalhista

  • PorCatarina Scortecci
  • 11/07/2017 21:04
Na mesa do Senado, as senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) protestam contra a reforma trabalhista. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Na mesa do Senado, as senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) protestam contra a reforma trabalhista. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado| Foto:

Depois de um dia tumultuado no Senado, por causa dos protestos encabeçados por parlamentares da oposição, o texto principal da reforma trabalhista, o PLC 38/2017, foi aprovado no início da noite de hoje (11) no plenário da Casa. Foram 50 votos a favor da proposta do governo federal, 26 contrários, além de uma abstenção. Todos os três senadores da bancada do Paraná, Alvaro Dias (PODE), Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), votaram contra o texto.

A unanimidade costuma ser rara na bancada do Paraná: apenas Gleisi e Requião geralmente adotam a mesma posição nas proposições.

Desde o início da gestão Temer, em maio do ano passado, Alvaro Dias estava seguindo a cartilha da base aliada, mesmo se declarando “independente”. Foi assim, por exemplo, na polêmica PEC do Teto dos Gastos Públicos, prioridade do Planalto no semestre anterior, endossada pelo ex-tucano.

As delações da JBS e a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), contudo, teriam pesado na mudança de postura do paranaense. Agora, ele tem dito que o presidente Temer perdeu as condições para empreender uma mudança legislativa do tipo.

O fator eleitoral também teria contribuído. No início do mês, Alvaro Dias saiu do PV, migrou para o PODE, e se lançou pré-candidato à presidência da República em 2018, ambição que não combinaria com o aval a uma impopular reforma trabalhista.

Mas nem tudo uniu a bancada do Paraná hoje no Senado. Os protestos da oposição, com Gleisi na linha de frente, geraram críticas do colega do PODE. Segundo ele, ocupar a mesa principal do plenário do Senado, impedindo a votação da reforma trabalhista, seria uma atitude “de quem não está preparado para o exercício democrático”.

“Lamentável o espetáculo de arrogância, de prepotência, de truculência, de ausência de inteligência”, atacou Alvaro Dias, durante entrevista à imprensa.

Leia mais:

Relembre aqui os votos da bancada do Paraná na Câmara dos Deputados.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.